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Militares suecos na ilha de Gotland (Foto: TT News Agency/Soren Andersson/Reuters)


A Suécia irá reativar o alistamento militar obrigatório no ano que vem devido a dificuldades para preencher suas fileiras com voluntários, em um momento de aumento dos temores de segurança, informou o Ministério da Defesa nesta quinta-feira (2).

O país escandinavo encerrou o serviço militar compulsório em 2010, mas as atividades militares na região do Báltico se intensificaram desde a anexação russa da Crimeia em 2014, levando Estocolmo a fortalecer a prontidão de suas Forças Armadas.

A decisão de ressuscitar o alistamento irá contemplar homens e mulheres nascidos em 1999 ou depois, embora só uma pequena minoria vá ser selecionada para servir.

"Temos tido problema para preencher nossas unidades militares de forma voluntária, e isso precisa ser tratado de alguma maneira", disse o ministro da Defesa sueco, Peter Hultqvist, à rádio pública SR.

O serviço militar era a norma para os jovens do país durante a Guerra Fria, mas o alistamento foi amenizado gradualmente após o colapso da União Soviética, já que uma guerra na região parecia cada vez menos provável.

Mas uma Rússia reemergente e as tensões do conflito na Ucrânia fizeram políticos dos dois espectros buscarem um reforço na capacidade militar do país e abordarem a falta de talentos dispostos a fazer carreira como soldados profissionais.

Os sinais de uma falta de preparo militar se fizeram sentir em anos recentes, por exemplo quando aviões de guerra russos que realizaram uma simulação de bombardeio na Suécia em 2013 pegou as defesas aéreas de surpresa. Informações da Reuters e do G1.

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