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(Foto: Williams Aguiar/SCR)


Desde 11 de março André não sentia o prazer de marcar um gol. Foram 11 jogos de jejum e uma cobrança diária, tanto pessoal quanto dos torcedores. Nessa quarta, porém, o centroavante não só desencantou como também garantiu o Sport Recife na grande final da Copa do Nordeste depois da equipe ser derrotada na Ilha do Retiro por 2 a 1. Do seu pé saiu o gol que confirmou a vitória do Leão por 2 a 0 sobre o Santa Cruz, no estádio do Arruda, em um clássico marcado por muita confusão e destempero dos atletas.
Foram nada menos do que três jogadores expulsos do lado tricolor e dois cartões vermelhos para rubro-negros. Um deles para Rithely, que também havia levado um amarelo mais cedo e, por isso, está fora dos dois jogos contra o Bahia, que vão definir o campeão. Diego Souza precisou ser substituído aos 15 minutos do clássico e também se tornou dúvida.
As partidas estão marcadas para acontecer dias 17 e 24 de maio, com a vantagem dos baianos por decidir em casa, na Fonte Nova. Antes, tanto Sport quanto Bahia têm compromissos pelos Estaduais, já que ambos chegaram às finais das duas competições.
O jogo
Com a necessidade de ter de correr atrás do prejuízo, o Sport entrou em campo determinado a ignorar o fato de ser visitante nessa quarta para surpreender o Santa Cruz mais do que acabou sendo surpreendido dentro do seu território. Por isso, assim que soou o apito inicial, a equipe de Ney Franco se lançou ao ataque. O Santa, por outro lado, com a vantagem embaixo dos braços, saia apenas “na boa”.
Depois de uma fase de estudos, o primeiro grande lance do clássico acabou sendo protagonizado por Diego Souza, mas não por uma jogada de efeito do craque rubro-negro. Aparentemente, o jogador sentiu uma lesão e precisou ser substituído ainda aos 15 minutos. O fato não passou despercebido pela torcida tricolor, que provocou: “Uh, é pipoqueiro”.

O que ninguém no Arruda imaginava é que no minuto seguinte, Éverton Felipe, justamente o escolhido para entrar na vaga do ídolo rubro-negro, iria balançar as redes e calar o estádio da Cobra-coral. E foi exatamente isso que aconteceu. Mena e Rogério fizeram toda a jogada e a bola ficou limpa para Éverton abrir o placar em seu primeiro toque na bola.
Só então o Santa Cruz acordou, e desperdiçou duas grandes oportunidades de empatar o clássico. Primeiro com Thomás, que saiu na cara do gol, encobriu Magrão, mas viu Durval evitar o empate em cima da linha. Dez minutos depois, Thomás obrigou Magrão a fazer uma grande defesa, mas o rebote ficou limpo para Pereira, que furou de forma inacreditável.
Na etapa final, a partida seguiu aberta, mas com muita dificuldade de ambos os times em furar os sistemas defensivos. Aos poucos, o jogo foi ficando mais tenso, com jogadas ríspidas e provocação. Assim, não demorou até que o tempo fechasse no gramado e uma confusão generalizada paralisasse o clássico.
O saldo de tudo isso foi um cartão vermelho para Rithely, do Sport, e outro para Elicarlos.
Depois de muita demora para os jogadores deixarem o campo, a bola voltou a rolar e quem se deu bem foi o Leão. Samuel Xavier avançou pela direita, a zaga afastou e André acertou um chute, de primeira, no canto de Julio Cesar.
Na comemoração, todo o elenco do Sport partiu para a provocação em cima dos torcedores tricolores. Mais uma confusão armada, Evandro, mesmo sendo reserva, acabou sendo expulso também e tirou uma opção para Ney Franco. A polícia ainda precisou intervir, mas usou gás de pimenta para conter os torcedores e acabou obrigando os atletas visitantes a deixarem o banco de reservas em função disso.
Após cerca de cinco minutos, a bola novamente voltou a rolar para os últimos dez minutos de jogo, que virou tudo ou nada para o Santa Cruz, agora com a necessidade de marcar pelo menos um gol para levar a definição da vaga para os pênaltis.
Mas os jogadores não pareciam conseguir se concentrar no jogo e no que precisavam fazer com a bola nos pés. Prova disso foi o destempero de Wellington Cézar, que pouco depois de entrar se tornou o quarto jogador expulso do clássico, aos 43 minutos.
Com oito jogadores na linha, o Santa Cruz não teve forçar para reagir, mesmo com seis minutos de acréscimos dados pelo árbitro, e ainda perdeu a cabeça. Vitor, para parar um contra-ataque, deu uma voadora em Ronaldo e também foi para o vestiário mais cedo. No fim, quem fez a festa no Arruda foi o Sport Refice, que além de finalista no Campeonato Pernambucano, agora também brigará pelo título da Copa do Nordeste.

Fonte: Gazeta Esportiva

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