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Ao longo da reunião, pais de Beatriz se emocionaram muito (Foto: Mônica Silveira/TV Globo)



Delegada Gleide Ângelo fez um apelo, na manhã desta quarta-feira (24), para que sejam mais divulgadas as imagens do suspeito de ter assassinado a menina Beatriz Angélica, 7 anos, morta a facadas durante uma festa escolar em Petrolina, Sertão pernambucano. A policial acredita que o homem não é natural de Pernambuco nem da Bahia. Se fosse, segundo ela, já teria sido identificado. Para a delegada, que faz parte da equipe de três policiais que procuram o assassino, o homem foi o executor de um crime encomendado.

O pedido foi feito durante uma reunião ordinária da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), localizada na área central do Recife. O encontro teve como pauta principal a procura pelo assassino. Um grupo de amigos e parentes de Beatriz também esteve presente. Eles vieram de Juazeiro (BA) e de Petrolina. (VÍDEO)

Na reunião, Gleide Angelo falou sobre a experiência na polícia e com casos de assassinato. “Eu trabalho com investigação de homicídio há 10 anos. Eu chego ao local e tem um corpo, mas não há estemunhas nem nada. Mesmo assim, a gente descobre. Há casos aparentemente mais difíceis que a gente descobre, mas tem casos que parecem ser, inicialmente, fáceis, mas não são". declarou.

Para a delegada, é preciso apoio da população para solucionar o caso Beatriz. "Uma festa com mil pessoas e câmeras. A princípio, parecia que não tinha como você não descobrir. Todo mundo pensou isso, assim como eu pensei. De repente, esse caso fácil tomou uma proporção muito difícil. Agora, a polícia precisa de uma ajuda maior”, pontuou Gleide.



As imagens do suspeito foram divulgadas pela polícia em março deste ano, depois de mais de um ano de investigação. O vídeo mostra o suposto assassino em uma ruas atrás da escola. Ele se passa por flanelinha durante duas horas, antes de colocar uma faca na calça e seguir para a unidade de ensino. O Disque-Denúncia oferece R$ 10 mil a quem der informações que permitam a identificação do homem.

Ao longo da reunião, os pais de Beatriz se emocionaram muito. Eles contam os dias sem a filha. São 531. A mãe, Lucinha Mota, diz que a sua vida parou em 10 de dezembro de 2015, quando a menina foi morta. Ela comenta a dificuldade em enfrentar a perda e a impunidade do assassino.

“Quando eu vi a imagem daquele assassino eu me transformei em outra pessoa, não sou mais a mesma. Eu achei que a polícia já tinha desvendado esse crime cruel, mas não. Aquele assassino pode estar planejando, hoje, tirar mais uma vida de uma criança, destruir outra família, destruir um lar”.

O caso

Beatriz foi assassinada com 42 facadas dentro de um dos mais tradicionais colégios particulares de Petrolina. O crime ocorreu dentro da quadra onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola. A irmã da menina era uma das formandas.

A última imagem que a polícia tem de Beatriz foi registrada às 21h59, quando ela se afasta da mãe e vai até o bebedouro do colégio, localizado na parte inferior da quadra.

Minutos depois o corpo da criança foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo que estava desativada após de um incêndio provocado por ex-alunos do colégio. Até hoje ninguém foi preso. As informações são do G1 PE.

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