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Reprodução de vídeo, divulgado em 14 de agosto, mostra militante do Boko Haram com meninas que foram sequestradas em escola de Chibok (Foto: AFP)


As 82 meninas libertadas pelo Boko Haram no último sábado depois de passarem três anos sequestradas ainda aguardam para reencontrar suas famílias, mas aquelas encontradas no ano passado irão voltar às aulas em setembro, disseram autoridades da Nigéria, segundo a Reuters.

O porta-voz do presidente informou nesta quinta que, no total, 24 meninas que estiveram entre as cerca de 270 raptadas pelo grupo militante islâmico da cidade de Chibok, no nordeste nigeriano, em abril de 2014, devem retornar à escola.

Entre elas estão as 21 libertadas em outubro passado, graças a um acordo mediado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, e três outras que escaparam ou foram resgatadas.

"O governo está preparando as meninas para voltarem à escola em setembro deste ano porque já perderam muito academicamente", disse o porta-voz da Presidência, Garba Shehu. "Não são todas as 103 libertadas até agora, mas 24 delas", acrescentou.

Nenhuma das garotas libertadas no sábado estará entre as que retomarão os estudos daqui a quatro meses porque ainda estão recebendo um tratamento médico e psicológico na capital, Abuja, que deve durar de dois a três meses, informou a conta de Twitter do governo.

No sábado, 82 delas foram soltas em troca de membros do grupo jihadista que já matou 15 mil pessoas desde 2009 em uma insurgência que pretende criar um califado islâmico no nordeste do país. No domingo, o presiente Muhammadu Buhari postou uma foto das meninas libertadas; veja abaixo:

Aisha Jummai Alhassan, ministra dos Assuntos da Mulher, disse aos repórteres nesta quinta-feira que fotos das meninas foram enviadas às famílias de Chibok para identificação.

O mediador e advogado Zannah Mustapha disse que algumas das garotas sequestradas se recusaram a ser soltas com as 82 no último final de semana, alimentando temores de que tenham sido radicalizadas, e muitas se sentem amedrontadas, envergonhadas e até poderosas demais para voltar às suas vidas antigas.

Relembre o caso

Os jihadistas do grupo Boko Haram invadiram no dia 14 de abril de 2014 a escola de Chibok, no estado de Borno, e conseguiram sequestrar 276 meninas que se preparavam para fazer suas provas.

Um mês depois do rapto, o grupo publicou um vídeo no qual mostrava uma dezena delas vestidas de preto recitando o Alcorão resignadas.

O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, se vangloriou na época, afirmando que as meninas haviam sido convertidas ao islã e que foram obrigadas a se casar com membros do grupo jihadista.

Muitos ativistas pelos direitos humanos afirmaram que as meninas podem ter sido vendidas como escravas a membros do grupo ou utilizadas como bombas humanas nos ataques dos jihadistas.

O sequestro em massa chocou o mundo e deu início à campanha internacional #BringBackOurGirls (#TragaNossasGarotasdeVolta”, em inglês). Informações do G1.

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