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Os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump (Foto: REUTERS/Ivan Sekretarev/Pool/Lucas Jackson/File Photos )



Um grupo de influentes ex-ministros, políticos e diplomatas da Rússia, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos lançou um apelo nesta terça-feira (27) aos presidentes Donald Trump e Vladimir Putin, para que realizem uma declaração conjunta durante o próximo encontro do G20 em que se comprometem a jamais começar uma guerra nuclear um contra o outro.

"Uma guerra nuclear não pode ser vencida e nunca deve ser travada”, diz a carta assinada pelo ex-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Igor Ivanov, pelo ex-ministro da Defesa britânico, Des Browne, pelo ex-ministro das Relações Exteriores e vice-chanceler da Alemanha, Wolfgang Ischinger, e pelo ex-senador democrata norte-americano Sam Nunn, este último responsável por todas as negociações de desarmamento nuclear entre a EUA e União Soviética desde a década de 1980, e agora presidente do “Nuclear Threat Initiative”.

Segundo esse políticos, Putin e Trump deveriam assinar uma declaração conjunta que reconheça a responsabilidade das duas maiores potências atômicas em prevenir uma catástrofe nuclear.

A carta indica também metas mais ambiciosas, como a criação de um novo grupo de contato Otan-Rússia para a gestão de crises, com o objetivo de intensificar as comunicações entre a Aliança Atlântica e o governo russo e reforçar a confiança mútua, reduzindo assim o risco de acidentes e conflitos desencadeados por erros ou mal-entendidos.

Segundo os signatários do documento, o risco de enfrentamentos não intencionais na Europa Oriental, onde ambos os lados aumentaram o deslocamento de unidades militares e sistemas de armas, além de realizar contínuos exercícios e treinamentos, nunca foi tão alto desde os anos mais tensos da Guerra Fria.

A carta também indica uma terceira etapa que Trump e Putin poderiam realizar: uma colaboração específica para “impedir que o Estado Islâmico (EI) ou outras organizações terroristas disponham de armas nucleares ou outras armas de destruição de massa". Atualmente, existem mais de 150 países onde os materiais radiativos ou úteis para a fabricação de armas de destruição de massa podem ser encontrados em estruturas públicas e particulares sem nenhuma proteção, tais como hospitais ou centros de pesquisa universitários.

Além disso, os signatários da carta convidaram Trump e Putin a abrir discussões aprofundadas para alcançar acordos, mesmo que informais, sobre ameaças cibernéticas aos sistemas de controle e alerta dos próprios arsenais nucleares: “É muito alarmante o fato que não existam regras de conduta no espaço virtual do mundo nuclear estratégico", diz o documento.

Segundo a carta, Rússia, Estados Unidos e Europa enfrentam atualmente uma ampla gama de problemas, “mas isso não deve distrair essas potências da tentativa de alcançar medidas concretas para interromper a espiral negativa em que cairam suas relações diplomáticas e reduzir assim os perigos reais de confronto”. As informações são do G1.

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