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Roupas da PM que a Polícia Civil encontrou com policial exonerado corporação na Bahia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)



Dois dos PMs envolvidos no latrocínio (roubo seguido de morte) contra o casal Renato Giffoni Habib e Nélida Cristina de Oliveira Habib, no bairro de Placaford, em Salvador, ocorrido em setembro de 2016 receberam mais um mandado de prisão. Desta vez, por conta de sequestro e extorsão ocorridos em outubro do ano passado, na cidade de Vitória da Conquista. A Polícia Civil não detalhou como foi o sequestro na cidade do sudoeste da Bahia.

O soldado Jonas Oliveira Góes Júnior e o cabo Ronaldo Pedro de Souza já estão presos no Centro de Custódia Provisória da Polícia Militar, no Batalhão de Choque, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Mesmo com o PM Jonas já preso, a polícia foi até um dos imóveis dele, no bairro de de Castelo Branco, em Salvador, onde encontrou 50 munições intactas para pistola calibre 380.

Segundo informações da Polícia Civil nesta segunda-feira (17), o mandado de prisão foi cumprido na sexta-feira (14), por investigadores do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). Conforme a polícia, além os dois PMs e um ex- integrante da corporação, identificado como Paulo César Alves Filgueiras, são suspeitos de integrar uma quadrilha que praticava extorsões mediante sequestro, em cidades da Bahia.

Ao divulgar que os militares são investigados pelo crime contra o casal, a Polícia Civil informou ainda que Jonas e Ronaldo são suspeitos de um sequestro junto com extorsão, realizados em dezembro de 2016, na cidade de Camaçari, região metropolitana de Salvador. Paulo Cézar não participou da ação.

Jonas, Ronaldo e o outros dois suspeitos do sequestro em Camaçari estão presos desde o ano passado. De acordo com o delegado Cleandro Pimenta, da Coordenação de Sequestro e Extorsão, do Draco, o cumprimento de mais um mandado de prisão garante que os policiais permaneçam presos, caso ganhem liberdade provisória em outro processo.

A polícia detalhou que a prisão de Paulo César, ocorreu na sexta-feira, em uma das propriedades do suspeito, localizada na cidade de Irecê, no norte da Bahia. No local foram apreendidos cinco fardamentos da Polícia Militar, apesar de Paulo César já ter sido exonerado da corporação. Não há detalhes de quando ele foi demitido da polícia. Como Paulo já não está mais na PM, ele foi encaminhado para o presídio de Serrinha, a cerca de 173 km de Salvador.

Conforme o delegado Cleandro Pimenta, a quadrilha que sequestrava e extorquia as pessoas, escolhia vítimas que já tiveram passagem pelo sistema prisional e que estavam respondendo em liberdade ou já haviam cumprido pena, para sequestrar familiares e exigir quantias em dinheiro. As informações são do G1 BA.

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