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Os mais de 3,4 mil trabalhadores da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) cruzam os braços a partir da próxima segunda-feira. A decisão aconteceu por falta de concordância durante campanha salarial da categoria, o que, inicialmente, deve afetar o atendimento ao consumidor e os serviços administrativos da empresa. A paralisação é por tempo indeterminado, segundo o Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco (Sindurb-PE). 

De acordo com o presidente do Sindurb-PE, José Gomes Barbosa, após três meses e dez rodadas de negociação, a Compesa não apresentou uma proposta que atendesse aos anseios dos servidores. "Por isso, decidimos parar com o objetivo de pressionar a Companhia e exigir nossos direitos", disse, frisando a insatisfação com a falta de negociação.

"Mas principalmente por não reconhecerem o trabalho duro e a dedicação de toda a categoria, que sofre com salários defasados pela inflação, com as péssimas condições de trabalho (como a falta de produtos de higiene e segurança)", comentou.

Na última rodada de negociação, de acordo com o Sindicato, a Compesa propôs um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para dois anos, porém, alegam, sem atrativos para os trabalhadores, que insistiram no ganho real, implantação de um talão do tíquete natalino e desconto de todos os dias parados durante a campanha salarial.

Com a rejeição da proposta por parte dos trabalhadores, a Companhia afirmou que não poderia avançar mais em sua proposta e que a mesa de negociação tinha se esgotado. O Sindicato enviou um ofício solicitando uma nova rodada de negociação, mas a Compesa apenas reapresentou uma proposta (que já tinha feito no dia 04/07) para um ACT com um ano de vigência. Os trabalhadores rejeitaram esta última proposta e decidiram entrar em greve.

Conforme Barbosa, a proposta final da Compesa se baseia no reajuste do salário em 4,08%, com retroativo dividido em três vezes e no aumento do vale alimentação de R$ 30 para R$ 31,50. Após a assinatura do ACT em janeiro de 2018, esse valor passaria para R$ 32 (proposta condicionada ao fechamento do acordo em mesa de negociação).




Fonte: FolhaPE

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