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Pais e amigos de Beatriz voltam a cobrar uma solução para o assassinato da menina (Foto: Reprodução / TV Grande Rio)



Os pais e amigos da menina Beatriz Angélica Mota, assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, fizeram mais uma manifestação em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Nesta quinta-feira (10), data em que o crime completa um ano e oito meses, eles se reuniram em frente a sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Com cartazes, o grupo voltou a cobrar uma solução para o caso, que chamou a atenção do Brasil. A menina, de sete anos, foi morta a facadas durante uma festa de formatura em uma escola particular da cidade.

“Promessas e só mais promessas. O estado de Pernambuco diz que o caso de Beatriz é o número um. Cadê os investimentos, cadê a delegada que não está em Petrolina, cadê sua equipe? Nós não estamos vendo resultados. Queremos justiça”, cobrou a mãe de Beatriz, Lucia Mota.

A manifestação desta quinta-feira recebeu o nome de “Muralha de Oração” e foi organizada pelo pai de Beatriz, o professor Sandro Romildo. “A nossa família está destruída, está arrasada. Então, o momento de oração é um momento de reflexão. A intenção é pedir a Deus que ouça nossas orações, que toque nessas autoridades policias, no governo do estado para dar mais investimentos”, afirma Sandro.

Desde a morte de Beatriz, centenas de manifestações foram realizadas em Petrolina.
A maioria, organizada por grupos de redes sociais. “Todas as manifestações que foram feitas, foram achando que seriam únicas, a última e isso foi se estendendo. Nós estamos em uma luta, em uma batalha, graças a Deus, com pais que têm coragem de levantar, poque tem muita gente nessa causa que não tem relação com a família. E esse é o caso número um de Pernambuco. Você imagine os casos que estão sem ordem nessa fila. O número um está há um ano e oito meses parado”, questiona Denilíria Amorim, integrante do grupo 'Beatriz Clama por Justiça’.

As investigações sobre o assassinato de Beatriz seguem sob sigilo, e pouquíssimas informações são divulgadas pela Polícia Civil. Em dezembro do ano passado, a delegada Gleide Ângelo, do Recife, assumiu a chefia do caso. As imagens de um suspeito chegaram a ser divulgadas, mas até agora ninguém foi preso.

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que o inquérito sobre a morte de Beatriz está sob segredo de justiça. Por esse motivo e para não atrapalhar o andamento das investigações, a Polícia Civil não irá se pronunciar a respeito do caso.

“O que podemos certificar é que as investigações continuam e que a polícia trabalha de forma incansável para esclarecer os fatos e prender o responsável pelo homicídio que tanto chocou e comoveu a população pernambucana. O caso está sob a responsabilidade da delegada Gleide Ângelo, e conta ainda com o auxílio do delegado Alfredo Jorge, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), e Marceone Ferreira, delegado Seccional de Petrolina”, completou a nota da Polícia. Informações do G1 Petrolina.



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