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Polícia apreendeu drogas como maconha e crack, além de um revólver, munições e balanças (Foto: Polícia Civil/Divulgação)


Quatro pessoas foram presas em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, em uma ação policial de repressão ao tráfico de drogas, que resultou, ainda, na apreensão de uma arma de fogo e quase 100 quilos de maconha. A prisão do quarteto — formado por três mulheres, entre elas uma gestante, e um homem — ocorreu na sexta-feira (4), mas foi divulgada pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (7).

A ação, iniciada às 9h e finalizada às 13h, foi realizada por policiais civis do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), após informações sobre o tráfico de drogas na residência de número 69 da Rua Bela Vista, no bairro de Piedade.

“Através de investigação tradicional, a gente obteve a informação de que, nesse endereço, existia uma intenda traficância de drogas. Passamos a fazer a vigilância durante toda a semana e, na sexta, conseguimos visualizar a entrega de aproximadamente dois quilos de maconha para duas adultas, que receberam a droga e iam levar para Marcos Freire [bairro de Jaboatão]”, explicou o delegado João Paulo de Andrade.

Entre os presos, estão uma promotora de vendas de 30 anos, uma vendedora autônoma de 22 anos, uma mulher desempregada de 18 anos e um ajudante de pedreiro de 22 anos. Com eles, a polícia apreendeu 96,375 quilos de maconha, 943 gramas de pasta-base de cocaína, um revólver calibre 38, três munições, duas balanças e o valor de R$ 531em espécie.

Segundo o delegado, a mulher mais velha, que está grávida, era responsável por armazenar e entregar a droga enquanto as outras duas foram ao local para pegá-la, mas não houve pagamento em dinheiro feito pela dupla. “Eram traficantes maiores que realizavam depósitos na conta de outros traficantes. Elas não mexiam com dinheiro”, afirmou o delegado.

A gestante disse à polícia que recebia R$ 2 mil pelo serviço de armazenamento e entrega da droga. “Ela não era dona da droga. Um traficante maior, que a gente ainda não conseguiu identificar, deixou as drogas na casa dela e ela era responsável por fazer a entrega. E, toda vez que a ligavam, ela só entregava e as pessoas que iam buscar não a conheciam. Ela falou que a arma era para uso de defesa pessoal”, disse João Paulo de Andrade.

O homem preso morava na casa vizinha e foi autuado por associação ao tráfico. “Ficou comprovado, através de depoimento, que a droga era repassada para ele através de um buraco na parede. Na casa dele, em cima de um armário no quarto, foram encontradas 49 gramas de crack, que era utilizado para o comércio no varejo porque ele só era usuário de maconha”, contou João Paulo de Andrade.

Durante a coletiva, o delegado chamou atenção para a participação feminina cada vez maior nos esquemas de tráfico de drogas. “Os traficantes se valem de mulheres e idosos, que não chamam tanta atenção da polícia, mas a gente está atento a todas as formas que eles têm de ludibriar as investigações. A polícia está atuando e tem que desconfiar de todos”, finalizou. As informações são do G1 PE.

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