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Ricardinho passou por cirurgia em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Bahia)


Após cerca de dois meses de campanha para pagar uma cirurgia urgente no coração, o pequeno Ricardinho, de 3 anos, foi submetido ao procedimento. O garoto foi operado no dia 21 de agosto, em São Paulo. Na semana passada, ele recebeu alta e voltou para casa, em Salvador.

A campanha batizada de "Ajude Ricardinho" não conseguiu juntar os R$ 100 mil necessários para cobrir os gastos em São Paulo, mas o médico que cuidou de Ricardinho aceitou os R$ 60 mil que a família havia conseguido arrecadar até o prazo e fez a cirurgia.

O pequeno Ricardo Castro Cylindro nasceu com Síndrome de Hipoplasia do Ventrículo Esquerdo e realizou outras duas cirurgias antes dessa. O primeiro procedimento foi feito quando ele tinha apenas cinco dias de vida, e o segundo quando completou três meses.

A mobilização pela arrecadação do dinheiro contou com a adesão de diversos artistas baianos, entre eles Ivete Sangalo, Léo Santana, Pablo, Adelmo Casé e Mari Antunes. Além da campanha na internet, a família ainda realizou outras atividades.

"Fizemos feijoada, bingo, rifa, show beneficente, e chegou a data da cirurgia e a gente não tinha conseguido o valor ainda. Mas a gente tinha conseguido R$ 60 mil, e o médico aceitou. Foi um alívio, porque estava muito preocupada. Graças a Deus, ele foi tocado no coração e fez a cirurgia", explicou emocionada a mãe de Ricardinho, Mariana Castro, de 36 anos.

Em Salvador, Ricardinho se recupera da cirurgia com a família. O garoto vai continuar sendo acompanhado pelos médicos e vai tomar alguns remédios. No entanto, o cansaço e mal-estar que tanto atrapalhavam a qualidade de vida dele foram curados.

Doença


A cardiopediatra Zilma Verçosa explica que a Hipoplasia do Ventrículo Esquerdo é uma doença rara e que pode passar dos pais para os filhos. Segundo a especialista, a pessoa que nasce com esse problema vai precisar de acompanhamento médico e muitos terão de usar medicamento por toda vida.

"As crianças que nascem com esse problema passam geralmente por três cirurgias na vida, e todas são paliativas, porque não conseguem resolver por completo o problema. No entanto, a criança pode se desenvolver e viver bem. É preciso um acompanhamento durante toda a vida. Esse acompanhamento depende de cada paciente. Pode ocorrer uma vez a cada três meses", afirma.

A especialista também diz que quem nasce com a doença fica impossibilitado de fazer exercícios físicos de alta performance. "Impede a pessoa de ser um atleta, por exemplo. Mas ela pode fazer caminhadas e exercícios mais leves. Isso pode ser hereditário. É mais provável que aconteça quando já se tem um parente de primeiro grau que tenha desenvolvido a doença", destaca. "Mas é raro." As informações são do G1 BA.

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