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Inclusão, alegria e o batuque inconfundível do Baque Opará marcaram o Carnaval dos Centros de Atenção Psicossociais de Petrolina (CAPSs). Cerca de 200 usuários dos serviços de saúde mental tiveram nesta sexta-feira (9) uma manhã colorida de festa, que teve início com o maracatu do Baque Opará. A festa foi realizada na Associação de Moradores do bairro Areia Branca onde a vibração e energia do grupo contagiou a todos os profissionais ligados à Secretaria de Saúde do Município. Uma das mais animadas era Patrícia, usuária do CAPS II. “Estou muito feliz e me divertindo muito, o som deles é muito bom! É Carnaval!”

Dentre os integrantes do Baque está a coordenadora de Saúde Mental do município, Grécia Nonato, que estava radiante com o momento. “Trazer o Baque Opará para fazer parte desta festa é muito gratificante. Esta não é apenas uma festa de carnaval, trata-se de um momento de celebração da liberdade, do cuidado no território e do respeito à diversidade. A vida não deve se resumir a um transtorno psíquico, por isso, pensar e possibilitar que os sujeitos comemorem e se divertiram da mesma forma que qualquer outra pessoa, faz parte do projeto terapêutico”, destacou.



A folia contou ainda com a animação da cantora Rubi e Gil do Sax, além de show de talentos com apresentações dos próprios usuários. A festa foi finalizada com a eleição do príncipe, princesa, rei e rainha do Carnaval dos CAPSs. Na escolha da princesa, as meninas Maria Eduarda e Caroline dividiram a faixa, enquanto que o príncipe foi Luís Carlos. Os três fazem parte do CAPS infanto-juvenil. O rei escolhido, Daniel, e a rainha Michelle, muito aplaudida com a fantasia de Carmen Miranda, fazem parte do CAPS AD.

SAÚDE MENTAL

Em Petrolina existem três CAPS, vinculados à Secretaria Municipal de Saúde: um voltado para usuários de álcool e outras substâncias, que funciona 24 horas, um para pacientes com transtornos mentais graves e persistentes e o infanto-juvenil, voltado para crianças e adolescentes com uso ou não de drogas. Através de uma equipe multiprofissional, composta por psicólogos, psiquiatra, assistente social, enfermeiro e redutor de danos, realiza o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer e direitos civis.


Karem Moraes: Assessora de ComunicaçãoFotos: Jonas Santos

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