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Homem caminha em destroços de casa destruída após ataques em Sana, no Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/ Reuters)

Pelo menos 14 civis morreram em um mercado no oeste do Iêmen, vítimas de um bombardeio aéreo da coalizão liderada pela Arábia Saudita, a qual combate os rebeldes huthis nesse país - disseram fontes locais nesta quarta-feira (27).

Nesses bombardeios, lançados na terça-feira (26) sobre a localidade de Al Haima, ao nordeste de Taez, também morreram 11 rebeldes, e 16 civis ficaram feridos, segundo moradores e um funcionário da administração local, leal ao governo.

Importante cidade do sudoeste do Iêmen, Taez está sob controle das forças do presidente Abd Rabo Mansur Hadi, mas cercada pelos rebeldes.

Pedindo para não ser identificada, essa autoridade local indicou que o bombardeio da coalizão, que apoia o presidente Mansur Habi, foi por "erro".

Na região de Hodeida (oeste), onde as tropas do governo tentam avançar para o porto controlado pelos rebeldes, morreram em bombardeios aéreos 22 huthis que integravam um comboio procedente de Sanaa como reforço, segundo fontes militares e hospitalares.

Nessa região, intensificaram-se as operações militares desde o disparo, em 19 de dezembro, de um míssil balístico por rebeldes iemenitas na direção de Riad.

De acordo com balanço divulgado ontem pelas autoridades de segurança e por hospitais, os combates e os bombardeios deixaram mais de 60 mortos no sábado e no domingo.

O conflito no Iêmen deixou mais de 8.750 mortos, muitos deles civis, desde a intervenção da coalizão árabe em março de 2015, segundo a ONU. A coalizão diz que matou cerca de 11.000 huthis. As informações são do G1 Com France Presse.

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