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Soldados norte-coreanos participam de um encontro para comemorar a declaração que o país alcançou o estado nuclear completo na Praça Kim Il-Sung em Pyongyang, na Coreia do Norte, após lançamento de míssil na quarta (29) (Foto: Kim Won-Jin/AFP)


O governo da Coreia do Norte advertiu neste domingo (10) que um bloqueio marítimo ao seu país seria "uma declaração de guerra", em referência a uma das novas sanções que os Estados Unidos planejam impor a Pyongyang após o lançamento de seu último míssil balístico.

"Os movimentos dos Estados Unidos para impor um bloqueio marítimo nunca podem ser tolerados, pois constituem uma clara violação da soberania e dignidade de um Estado independente", afirma um comentário publicado no jornal oficial "Rodong Sinmun".

Washington "tenta abertamente impor um bloqueio marítimo contra a RPDC (República Popular Democrática da Coreia, nome oficial da Coreia do Norte) para estrangular sua economia em tempos de paz", que faz parte do plano que o país aplica "há décadas" para "aumentar o isolamento" de Pyongyang, de acordo com o artigo.

O comentário, também divulgado pela agência estatal "KCNA", ressalta que os tratados internacionais estabelecem que o bloqueio econômico de um país em tempos de paz constitui "um ato ilegal e considerado uma invasão".

As novas sanções promovidas por Washington, juntamente com as manobras aéreas realizadas na semana passada na península coreana (as maiores até o momento), representam "abomináveis atos criminosos visando empurrar para uma situação atual para uma fase de guerra catastrófica e incontrolável", afirmam os norte-coreanos.

O artigo adverte ao presidente americano, Donald Trump, e "sua gangue", de que "mesmo o menor movimento para implementar um bloqueio marítimo receberá uma resposta de autodefesa imediata e implacável da RPDC".


Imahens divulgadas nesta quarta-feira (29) mostram o lançamento do míssil Hwasong-15 pela Coreia do Norte (Foto: REUTERS/KCNA)

A Coreia do Norte lançou no último dia 29 de novembro o míssil intercontinental Hwasong-15, que atingiu maior altitude do que todos os disparos anteriores realizados pelo país e coloca Pyongyang cada vez mais perto de poder chegar ao território dos EUA com armas nucleares.

Até então, o último míssil disparado pela Coreia do Norte havia sido um Hwasong-12 de alcance intermediário, lançado no dia 15 de setembro, que sobrevoou o Japão e caiu no Oceano Pacífico.

A comunidade internacional condena os disparos de mísseis e considera os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte violações contra as resoluções da ONU. As informações são do G1.

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