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(Foto: Army of Islam, via AP)

Forças do governo sírio e milícias aliadas ganharam terreno nesta quarta-feira (28) em confrontos com rebeldes na região de Guta Oriental, perto de Damasco, à medida que o combate se intensificou apesar de um plano de cessar-fogo da Rússia, relatou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

As forças governamentais avançaram na área de Hawsh al-Dawahira, ao leste do reduto sitiado da oposição, segundo o Observatório. O Exército sírio e fontes rebeldes não puderam ser encontrados de imediato para comentar, segundo a Reuters.

Na terça-feira (27), foi o 1º dia em que vigorou o plano da Rússia que previa cessar-fogos diários de cinco horas em Guta Oriental entre 9h e 14h (horário local). Mas, após uma breve trégua, o acordo desmoronou com novos bombardeios.

Uso de armas químicas

A Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) iniciou no domingo (25) uma investigação sobre relatos de uso recorrente de bombas com gás cloro neste mês em Guta Oriental, disseram fontes diplomáticas à Reuters.

As fontes falaram sob condição de anonimato por não terem permissão de debater a operação publicamente. A Opaq não respondeu de imediato a um pedido de comentário, de acordo com a Reuters.

O uso de gás cloro como arma química foi proibido pela Convenção de Armas químicas de 1997. Se inalado, ele se transforma em ácido clorídrico nos pulmões, e o acúmulo de fluidos pode sufocar as vítimas.

Ofensiva em Guta

O presidente sírio, Bashar al-Assad, que tem apoio da Rússia e do Irã, vem reconquistando gradualmente áreas onde seus opositores se insurgiram contra seu governo em 2011. Guta Oriental é o último grande bastião rebelde próximo de Damasco, a sede da administração de Assad.

A ofensiva do governo na região, que começou no domingo (18), já é considerada uma das mais violentas da guerra síria, que já dura quase sete anos.

Após a intensificação dos combates em Guta Oriental, com intensos ataques aéreos, de artilharia e com mísseis, a região contabilizou a morte de mais de 520 pessoas, de acordo com um saldo compilado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos, grupo de monitoramento sediado no Reino Unido. Cerca de 400 mil pessoas vivem na região, segundo a ONU. As informações são do G1.

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