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(Foto: Anas Alkharboutli/DPA via AFP)

Milhares de civis fugiram, nesta quinta-feira (15), da cidade de Hammuriye e seus arredores no território rebelde sitiado de Guta Oriental, nos arredores de Damasco. A população fugia a pé, de carro ou de moto rumo às regiões controladas pelo governo sírio.

Cerca de 3 mil pessoas conseguiram deixar o território, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), citado pela Reuters. Esse é o maior número de civis a deixar o último bastião rebelde próximo da capital síria.

Nesta manhã, ocorreram dezenas de bombardeios na parte sul de Guta Oriental, deixando pelo menos três mortos e outros 83 feridos em Kafr Batna, Ain Tarma, Zamalka, Haza, Yisrin e Hamuriya. O balanço do OSDH foi divulgado pela agência Efe.

Apesar do cessar-fogo ter sido aprovado em 26 de fevereiro, a ONU e organizações não-governamentais têm enfrentado dificuldade para prestar assistência à população local. Porém, nesta quinta, um comboio do que transportava alimento conseguiu entrar na região, de acordo com a agência Efe.

A região é alvo de uma violenta ofensiva lançada pelo regime de Bashar al-Assad desde 18 de fevereiro. Mais de 1000 civis já morreram. Em todo o país, a guerra civil, que completa 7 anos nesta quinta, deixou 500 mil mortos, segundo o recente balanço do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Região sitiada


A professora Nisreen, de 38 anos, que é moradora de Duma, a maior cidade de Guta Oriental, contou ao G1 como é viver em alerta para se proteger de bombardeios. Há três semanas, a casa dela foi totalmente destruída. Com a intensificação dos bombardeios, ela deixou o trabalho e passou boa parte do dia em um porão com familiares e vizinhos.

“Se estamos sentados, OK, é aceitável. Mas quando queremos dormir, temos que dormir um ao lado do outro, não há espaço para qualquer outra pessoa”, diz. “É muito incômodo. As crianças choram o dia todo, elas têm medo do som dos bombardeios”, afirmou. As informações são do G1.

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