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 (Foto: Henry Nicholls/Reuters)


Entre tantas curiosidades que o nascimento do novo bebê real desperta, uma delas tem algumas explicações. Kate Middleton deu à luz esta segunda-feira (23) o terceiro filho, um menino, que nasceu às 11h01, com 3,800 kg, no Hospital de St. Mary, em Londres e ambos deixaram o hospital cerca de sete horas após o parto.

Segundo o antigo diretor da Maternidade Alfredo da Costa em Lisboa, José Vicente Pinto, a saída poucas horas após o parto só é possível devido ao fato de a duquesa ter acompanhamento médico em casa.

"Depois de um parto normal, a alta só costuma acontecer ao fim de, no mínimo, 24 horas, até pelo risco de hemorragia para a mulher. Mas, naturalmente, neste caso, Kate terá um acompanhamento especial e estará monitorada. Numa cesariana, seria impossível sair tão cedo", esclarece o obstetra em entrevista ao jornal 'Sábado'.

A verdade é que essa saída a jato da maternidade não é resultado de truques da realeza ou de dribles na mídia. De fato, o segundo ou terceiro parto normal também costuma ser mais rápido.

Outra questão que conta a favor da esposa do príncipe William é que estamos falando da realeza, ou seja, “voltar para casa” significa retornar a um palácio com suporte, possivelmente muito bem preparado para receber uma mulher que acabou de dar à luz e um bebê recém-nascido.

O tempo ideal de observação após um parto normal é de, pelo menos, 24 horas. Nesse período, é importante observar se a mulher tem algum sangramento, se há queda de pressão, tontura, entre outros sintomas de que nem tudo está indo bem.

É um bebê real


O curto período de permanência de Kate no hospital também estaria ligado ao fato de ser um bebê real.

De acordo com matéria do site da revista 'Harpers Bazaar', como há grande movimentação no hospital por conta da chegada do novo membro da realeza, a família real britânica prefere reduzir o impacto da situação levando a criança e Kate o mais rápido possível de volta para o Palácio de Kensington.

Por que isso impressiona tanto as brasileiras?

No Brasil, de acordo com estudo do Ministério da Saúde, as taxas médias de cesarianas em 1970 eram de 14,6%. Em 1994, o índice de cesarianas no país já chegava aos 32% e atingiu a marca de 52% em 2010.

Atualmente, o país é campeão mundial nos índices de cesarianas, tendo atingido 55,4% do total de partos em 2012. A recomendação da Organização Mundial de Saúde é que a taxa não exceda 15%. Ou seja, infelizmente somos um país que mantém o hábito da cirurgia durante o nascimento, o que é além de arriscado, um gasto enorme de dinheiro. As informações são do Noticias ao Minuto.

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