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Messi em ação pela seleção argentina (Foto: Marcos Brindicci/Reuters)

Á medida que as conquistas de Lionel Messi no Barcelona se acumulam, cresce também a cobrança do povo argentino por uma contrapartida do craque com a camisa da seleção nacional. Assim tem sido a fase recente da carreira do camisa 10, que temporada após temporada sofre com as críticas e inevitáveis comparações com Diego Maradona. No segundo episódio da série “O Cara da Copa”, o Esporte Espetacular recorreu à obra do escritor argentino Jorge Luis Borges para analisar os últimos quatro anos da carreira do Messi - o craque injustiçado que chegou a anunciar a aposentadoria da seleção argentina, mas voltou atrás para se tornar herói na milagrosa classificação para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

- Eu pensei melhor e vi que estaria passando uma mensagem errada a todos os jovens e a todas as pessoas que lutam por seus sonhos. Devemos seguir tentando, lutando por aquilo que queremos. Mas também sei que a sociedade que temos hoje na Argentina é complicada e que eles mesmos podem pedir que a gente saia, que a gente vá embora – disse Lionel Messi em entrevista à TyC.

Durante a primeira fase do Mundial, Leo vai completar 31 anos. Ainda adolescente, ele deixou a Argentina rumo a Barcelona, onde despontou no futebol e se tornou um dos maiores jogadores da história. Logo no início da carreira, a decisão de defender a seleção do seu país de origem se tornou uma eterna tentativa de criar laços bem apertados com o seu povo, com sua terra. No entanto, as inúmeras atuações e gols importantes (é o maior artilheiro de todos os tempos da seleção - superou Batistuta) não bastaram para alcançar o reconhecimento de sua gente. Messi tem um asterisco em sua carreira vencedora: nunca conquistou um título pela seleção, fato que o leva a ser constantemente criticado na Argentina.

- Acho que isso só acontece na Argentina. Uma seleção que chega a três finais seguidas (Copa do Mundo de 2014, Copa América 2015, Copa América 2016), em qualquer lugar do mundo, é valorizada e respeitada. Nós não. Nós somos os amarelões, os perdedores que chegaram a três finais e não ganharam nada – comentou Messi.

A frase “Há derrotas que têm mais dignidade do que a própria vitória", do escritor argentino e gênio das letras Jorge Luis Borges, ilustra bem o que pensa Messi. A mágoa que transbordou logo após a derrota para o Chile na final da Copa América de 2016 o levou a declarar que não defenderia mais a seleção. Dois meses depois, a relação foi reatada. E o trunfo dessa Argentina que acumula decepções recentes continua ser o camisa 10, que vai para sua quarta Copa do Mundo e sonha em deixar como herança para seus hermanos a mesma alegria que em 1986 fez Maradona, o protagonista daquela conquista, ascender a categoria de Deus.

- Eu não sou ninguém para falar isso. Mas se ele conquistar essa Copa do Mundo, que é o que todo mundo na Argentina espera, não vai ter mais discussão de ninguém – destacou Lucho Gonzalez, meio-campo do Atlético-PR. As informações são de Igor Castello Branco, Buenos Aires / Globoesporte.

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