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(Foto: Johan Ordonez/AFP)

O número de mortos devido à erupção do Vulcão do Fogo, na Guatemala, subiu para 99 nesta quarta-feira (6), de acordo com boletim divulgado pelo Instituto Nacional de Ciências Forenses do país (Inacif).

O órgão está participando do processo de identificação das vítimas. De acordo com o documento, foram recebidos ao todo 24 novos cadáveres nesta quarta-feira.

Mais cedo, o secretário-executivo da Coordenadora Nacional para a Gestão de Desastres (Conred), Sergio García informou que 192 pessoas estão desaparecidas. O número pode ser reduzido, já que apenas 28 corpos foram identificados.

"Praticamente todos os desaparecidos estão identificados, suas idades e de que comunidade eram", não os corpos recuperados, explicou, segundo a agência Deutsche Welle.

Nesta terça-feira (5), o trabalho de resgate foi interrompido por causa de uma nova explosão que lançou lava na parte sul do vulcão que fica a 3.763 metros de altura, situado a cerca de 50 km da capital, cidade da Guatemala. Mais de 1,7 milhão de pessoas foram afetadas pela erupção de domingo, considerada a mais forte desde 1974.

O aumento da atividade vulcânica provocou pânico na cidade de Escuintla, perto do vulcão, onde moradores entraram em seus automóveis para sair do lugar, provocando um caos no tráfego de veículos.

Demora para retirar moradores

Uma reportagem do jornal "El Períodico" acusa a Coordenadoria para a Redução de Desastres (Conred) de ter demorado para colocar em prática o esvaziamento das redondezas do vulcão, que fica entre os departamentos de Escuintla (sul) e Sacatepéquez (oeste) e Chimaltenango (oeste).

Segundo jornal, o Instituto de Vulcanologia (Insivumeh) emitiu desde as 6h (horário local) antes avisos de erupção com fluxo piroclástico, que é uma forte nuvem de gás quente e fragmentos de pedra.

(Foto: Johan Ordonez/AFP)

O fenômeno, que possui um efeito devastador, é o mesmo que atingiu habitantes da antiga cidade italiana de Pompeia, que viviam no ano 79 d.C. e acabaram dizimados pela erupção do Vesúvio.

O ex-secretário do Conrad, Alejandro Maldonado, ouvido pelo "El Períódico", disse que em seus protocolos, devido à rápida velocidade com que o fluxo piroclástico se desloca, recomenda-se a evacuação das comunidades localizadas nas encostas do vulcão. É difícil prever em que direção o fluxo seguiria, porque ele depende muito do vento.

Sobreviventes ouvidos pelo jornal disseram que apenas depois que a lava chegou a alguns vilarejos, foi que as autoridades começaram a considerar a retirada de moradores. A decisão de retirar os moradores foi anunciada apenas às 14h (locais), ou seja, 1h40 antes da mais forte explosão do vulcão. As informações são do G1.

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