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Foto: Reprodução / TV Globo

A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do coronavírus 2019 n-CoV, registrou 42 novas mortes e mais 1.220 casos confirmados. Com esses registros, 213 pessoas morreram devido à doença na China, com 9.720 infecções.

Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde internacional. Os Estados Unidos tiveram a primeira transmissão local do vírus. Itália, Índia e Filipinas registraram os primeiros casos confirmados, totalizando 20 países. No Brasil, o Ministério da Saúde monitora 9 pacientes com suspeita da doença.
Números do coronavírus em Hubei:

. 5.806 casos confirmados e 804 deles são graves


. 2.639 estão na cidade de Wuhan, onde ocorreram as primeiras infecções

. Mais de 32 mil pessoas estão em observação


Emergência internacional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta quinta-feira (30) que os casos do novo coronavírus 2019 n-CoV são uma emergência de saúde pública de interesse internacional. São milhares de infecções na China e em 19 países. Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos.

"Devemos lembrar que são pessoas, não números. Mais importante do que a declaração de uma emergência de saúde pública são as recomendações do comitê para impedir a propagação do vírus", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Até o momento, a OMS havia usado a denominação "emergência de saúde pública de interesse internacional" apenas em casos raros de epidemias que exigem uma vigorosa resposta internacional, como a gripe suína H1N1 (2009), a polio (2014), o zika vírus (2016) e a febre ebola, que devastou parte da população da África Ocidental de 2014 a 2016 e ainda atinge a República Democrática do Congo desde 2018.

Novos países e caso local nos EUA

Índia, Filipinas e Itália confirmaram seus primeiros casos do coronavírus. Já os Estados Unidos confirmaram a primeira transmissão interna vírus para uma pessoa que conviveu com uma paciente já infectada em Chicago.

Na terça-feira (28), autoridades japonesas identificaram o contágio em um paciente que não esteve na China: um homem de 60 anos era motorista de ônibus e transportou um grupo de viajantes de Wuhan entre 8 e 16 de janeiro.

Também nesta semana a Alemanha identificou um caso de transmissão interna. O paciente infectado teve contato com uma colega chinesa que visitava o país.

Nome oficial

A OMS também divulgou o nome oficial da doença causada pelo novo coronavírus: "Doença Respiratória de 2019-nCoV". Mais cedo, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos confirmaram que o país registrou o primeiro caso de transmissão interna do novo coronavírus.

De acordo com o CDC, trata-se de uma pessoa que conviveu com uma mulher de Chicago que tinha viajado para Wuhan, na província de Hubei, na China. A maioria das mortes e pessoas infectadas está nesta região, epicentro do surto. O caso registrado nos EUA não é o primeiro do tipo no mundo.

Posição do Brasil

O secretátio de Vigilância em Saúde do Brasil, Wanderson de Oliveira , disse que o protocolo no Brasil não deverá mudar após a declaração de emergência da OMS e que o Ministério da Saúde já está com um planejamento de contingência. A informação foi divulgada em entrevista coletiva em Brasília.

"Só quando tivermos um primeiro caso confirmado é que declararemos emergência de saúde pública no Brasil. Junto à OMS nós verificamos e analisamos as condutas, se temos que mudar ou adaptar de acordo com a OMS", disse Oliveira.

O Brasil continua com 9 casos suspeitos do novo coronavírus 2019 n-CoV e em seis estados. De acordo com a pasta, houve 43 notificações ao todo, e nenhum caso provável ou confirmado. Os dados são referentes ao período de 18 a 30 de janeiro de 2020.

Coronavírus no Brasil:

. 9 casos suspeitos


. 43 notificações


. 0 caso provável e 0 confirmado


. 6 descartados – chegaram a ser uma suspeita, mas a investigação descartou o vírus


. 28 excluídos – não apresentaram os requisitos para serem enquadrados como suspeita


Os casos suspeitos foram registrados em Minas Gerais (1), Rio de Janeiro (1), Rio Grande do Sul (2), São Paulo (3), Paraná (1) e Ceará (1).

No balanço anterior, divulgado nesta quarta-feira (29), o Ministéiro da Saúde também havia citado nove casos suspeitos em seis estados. O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, explicou que o fato de o número ter se mantido não significa que se trate dos mesmos registros informados na véspera. As informações são do G1.

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