Número de mortos por coronavírus na China chega a 1.017; país registra mais de 43 mil casos confirmados

Polícia de Hong Kong veste roupas de proteção para evacuar moradores de um prédio público, após o surto do novo coronavírus — Foto: Tyrone Siu/Reuters

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou 1.017 mortes por causa do novo coronavírus na China. Na terça-feira (11), a agência da ONU consolidou em mais de 43 mil os casos da doença confirmados no mundo. Na segunda (10), o país registrou 108 mortes, foi o maior pico da doença desde sua descoberta, em dezembro do ano passado.

A maior parte dos casos identificados de infecção pelo 2019-nCoV está concentrada dentro da China, segundo a OMS são 99% de toda a incidência mundial. O restante, 393 casos estão espalhados em 24 países.

O surto de coronavírus representa uma "ameaça muito grave para o resto do mundo", disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS durante uma reunião com mais de 400 pesquisadores e autoridades mundiais na terça.

Destaques do surto nesta terça

. Número de mortes na China passa de mil, há 1 morte nas Filipinas


. Casos confirmados chegam a 43 mil

. No Brasil, nenhum caso foi confirmado e há sete suspeitos

. Governo destina R$ 11,2 milhões para combate ao coronavírus

. Boletim diz que repatriados estão sem sintomas

. No Japão, cruzeiro tem 135 pessoas infectadas; brasileiro relata clima tenso

Riscos no Brasil

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (10) que sete casos suspeitos de novo coronavírus são investigados no Brasil. Desde o começo dos alertas, o Brasil já descartou 32 casos suspeitos.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reafirmou nesta segunda que o mais provável é que a circulação do vírus ocorra no Brasil. Ele avalia que a China atualmente mantém uma forte contenção da circulação das pessoas nas áreas mais afetadas pela epidemia, mas que talvez essa não seja uma estratégia "viável" a longo prazo.

"Falam em 85% de contenção da circulação de pessoas. Mas isso não é viável por muito tempo. Até quando isso vai se sustentar, está muito cedo para dizer. É possível que vá chegar no Brasil. E é provável." - Mandetta, ministro da Saúde. As informações são do G1.

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