Otan diz que está com 'povo da Ucrânia' e que tomará medidas adicionais para defender aliados

Reprodução / twitter.com/NATO


A Otan – a aliança militar do Ocidente – afirmou nesta quinta-feira (24), em comunicado, que está com o "povo da Ucrânia" e que a Rússia "pagará um preço econômico e político muito alto" pelas suas ações.

No comunicado, a Otan cita ainda o artigo 5 do tratado da organização, que prevê que um ataque armado contra um integrante da aliança é um ataque a todos e pode ter, como resposta, um ataque aramado.

"Condenamos veementemente a decisão da Rússia de estender o reconhecimento às regiões separatistas do leste da Ucrânia. Isso viola ainda mais a soberania e a integridade territorial da Ucrânia e viola os acordos de Minsk, dos quais a Rússia é signatária. Os Aliados nunca aceitarão este reconhecimento ilegal", disse.

A Aliança afirmou ainda que vai continuar a tomando "todas as medidas necessárias para garantir a segurança e a defesa de todos os Aliados" e condenou também a Bielorrússia por permitir o ataque.

"Estamos enviando forças terrestres e aéreas defensivas adicionais para a parte oriental da Aliança, bem como recursos marítimos adicionais. Aumentamos a prontidão de nossas forças para responder a todas as contingências", destaca.

"Pedimos que a Rússia cesse imediatamente sua ação militar e retire todas as suas forças da Ucrânia e arredores, respeitando plenamente o direito internacional humanitário e permitindo o acesso humanitário seguro e assistência a todas as pessoas necessitadas", reforçou.

A Aliança pediu ainda que a Rússia abandone "o caminho de violência e agressão".

"Os líderes da Rússia devem assumir total responsabilidade pelas consequências de suas ações. A Rússia pagará um preço econômico e político muito alto", afirmou.

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