Slider[Style1]

Style10

Style3[OneLeft]

Style3[OneRight]

Style4

Style2

Style6

Style5[ImagesOnly]

Para líder, alta do PIB foi grande resultado diante dos impactos de Brumadinho e da derrocada argentina

Foto: Reprodução

A alta de 1,1% do PIB em 2019 é um grande resultado para o país após os impactos do desastre de Brumadinho e da derrocada da economia da Argentina, afirmou nesta quarta-feira (4) o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Segundo ele, sem essas adversidades, a economia brasileira teria crescido acima 1,5% no ano passado.

“Os que falam de pibinho de 1,1%, trata-se de um grande resultado em meio à derrocada da Argentina e ao acidente grave de Brumadinho, que ceifou receitas de exportação de minério de ferro do Brasil”, disse o líder. “Se não tivessem acontecido essas adversidades, que não estavam na mão do governo, o PIB certamente teria ultrapassado 1,5%. E neste ano temos todas as condições, se prosseguirmos com essa agenda, de ver o PIB acima de 2%.”

A declaração foi feita durante a votação da PEC dos Fundos pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Para o senador Fernando Bezerra Coelho, a aprovação da emenda é um grande passo para enfrentar o grave desequilíbrio das contas públicas. “O que está em discussão é a transferência de recursos para determinadas áreas por meio de fundos cuja eficácia de utilização não chega, na média, a 50%. Estamos retirando do Orçamento o dinheiro que está faltando para saúde, educação e segurança pública e canalizando para fundos onde os recursos se esterilizam”, explicou.

O Brasil só vai conseguir consolidar o seu crescimento se o Congresso Nacional tiver a coragem para tomar medidas duras e amargas, que possam reequilibrar as contas públicas, acrescentou.



Assessoria de Imprensa do Senador Fernando Bezerra Coelho

Justiça aceita denúncia contra 16 pessoas pela tragédia de Brumadinho

Foto: Adriano MachadoREUTERS / Reprodução

A Justiça aceitou hoje (14) denúncia do Ministério Publico de Minas Gerais (MPMG) contra 16 pessoas envolvidas no rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, no ano passado. Com a decisão, os investigados passam à condição de réus no processo.

No mês passado, os promotores responsabilizaram criminalmente funcionários da mineradora Vale e da empresa Tüv Süd pela tragédia. De acordo com o MP, os denunciados devem responder na Justiça pelo crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar, porque teriam responsabilidade na morte de 270 pessoas, que foram soterradas pela avalanche de rejeitos da represa.

Desde a tragédia, o Corpo de Bombeiros permanece realizando buscas para encontrar os corpos. A barragem se rompeu em janeiro de 2019, resultando em mortes e na destruição de casas e equipamentos públicos na cidade, que fica próxima à capital mineira, Belo Horizonte.

Entre os réus estão o ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e mais dez funcionários da mineradora, além de cinco funcionários da Tüv Süd. 


Defesa

Em nota, a defesa de Fabio Schvartsman lamentou o recebimento da denúncia e disse que as informações recebidas pelo ex-presidente da área técnica da empresa davam conta que as barragens estavam estáveis e em "perfeito estado de conservação".

"Depreende-se que o único motivo para a denúncia de Fabio Schvartsman foi o fato dele ser presidente da Vale por ocasião da tragédia", declarou a defesa.

A Tüv Süd declarou que "continua profundamente consternada" pela tragédia e que as causas ainda não foram esclarecidas de forma conclusiva. As informações são da Agência Brasil.

Bombeiros que atuaram em Brumadinho embarcam para Moçambique onde ciclone matou centenas de pessoas

Militares levarão equipamentos de busca para operação em país africano. — Foto: Magno Dantas/TV Globo


Uma tropa de 20 bombeiros de Minas Gerais que atuaram nos trabalhos de busca da tragédia de Brumadinho, embarcou na noite desta sexta-feira do Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte, para Moçambique, país arrasado pelo ciclone Idai.

A viagem até o destino final será longa, com cerca de 22 horas de voo. Antes de chegar na tarde de domingo em Beira, eles irão passar por Recife para abastecimento e troca da tripulação, e depois em Gana e Angola.

A missão foi articulada pelo Governo Federal, através do Ministério das Relações Exteriores. Os militares mineiros são especialistas em operações de busca, salvamento e gestão de desastre. A previsão de participação na Operação África é de 15 dias.

Além dos militares mineiros, outros 20 homens da Força Nacional de Segurança partirão na mesma missão. Eles irão em duas aeronaves C-130 Hercules da Força Aérea Brasileira, com 20 toneladas de materiais.

Entre os materiais transportados estão água potável, veículos de transporte como camionetes e botes motorizados, barracas, geradores, torres de energia, macas, equipamentos de mergulho, além de ferramentas como motosserras, pás e enxadas. Um carregamento do Ministério da Saúde também será levado, com medicamentos e insumos.
A tropa ficará estabelecida na região das cidades de Beira e Dondo, em Moçambique, locais severamente destruídos pelo ciclone.

Cólera após ciclone

Autoridades moçambicanas confirmaram, nesta quarta-feira (27), o registro de cinco casos de cólera após a passagem do ciclone Idai, no dia 14, que afetou cerca de 1,85 milhão de pessoas e deixou mais de 460 mortos no país. Além da doença, os moradores da região ainda enfrentam escassez de alimentos, água e outros itens essenciais.

Com ventos de mais de 170 km/h, ele danificou casas, provocou inundações e deixou destruída 90% cidade portuária de Beira, a segunda maior do país.

Em seguida, o ciclone passou por Zimbábue e Malauí, países vizinhos. Mais de 700 pessoas morreram e centenas estão desaparecidas. Só em Moçambique, este número chega a quase 470. As informações são do G1 Minas.

Oito funcionários da Vale são presos em investigação sobre rompimento da barragem de Brumadinho




Oito funcionários da Vale foram presos, na manhã desta sexta-feira (15), em investigação sobre o rompimento da barragem de Brumadinho, na Grande Belo Horizonte. A operação ocorre em Minas Gerais, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público, a ação visa "apurar responsabilidade criminal pelo rompimento de barragens existentes na Mina Córrego do Feijão, mantida pela empresa Vale, na cidade de Brumadinho." (Leia nota do Ministério Público no fim desta reportagem).

Os oito presos são funcionários da mineradora, de acordo com o MP, sendo quatro gerentes (dois deles, executivos) e quatro integrantes de áreas técnicas.

Os detidos são:

Alexandre de Paula Campanha
Artur Bastos Ribeiro
Cristina Heloíza da Silva Malheiros
Felipe Figueiredo Rocha
Hélio Márcio Lopes da Cerqueira
Joaquim Pedro de Toledo
Marilene Christina Oliveira Lopes de Assis Araújo
Renzo Albieri Guimarães Carvalho

Um dos alvos da operação, Campanha foi apontado por um engenheiro da TÜV SÜD, empresa que atestava a segurança de barragens da Vale, como funcionário da mineradora responsável por pressionar para que o laudo atestasse a estabilidade da barragem que se rompeu em Brumadinho.

Campanha foi preso em casa, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A declaração foi dada à polícia pelo engenheiro Makoto Namba, da TÜV SÜD, que afirmou ter sido pressionado por Campanha a assinar o laudo. Namba disse à PF ter respondido que a empresa assinaria o laudo se a Vale adotasse as recomendações indicadas na revisão periódica de junho de 2018, mas assinou o documento.

Ainda segundo Namba, que chegou a ser preso com outro funcionário da empresa e três da Vale em 29 de janeiro, “apesar de ter dado esta resposta para Alexandre Campanha, o declarante sentiu a frase proferida pelo mesmo e descrita neste termo como uma maneira de pressionar o declarante e a TÜV SÜD a assinar a declaração de condição de estabilidade sob o risco de perderem o contrato”.

Em São Paulo, agentes cumprem quatro mandados de busca. Agentes apreenderam documentos em Osasco, cidade vizinha a São Paulo, e no bairro da Vila Madalena, na capital.
Leia a nota do Ministério Público na íntegra:

"O Ministério Público do Estado de Minas Gerais, com apoio das Polícias Civil e Militar, deflagrou operação na manhã desta sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e mandados de prisão temporária, visando apurar responsabilidade criminal pelo rompimento de barragens existentes na Mina Córrego do Feijão, mantida pela empresa VALE, na cidade de Brumadinho.

O pedido formulado pelo Ministério Público Estadual foi feito por intermédio da Promotoria de Justiça da Comarca de Brumadinho, da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias dos Rios das Velhas e Paraopeba, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado GAECO e do Grupo Especial de Promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público - GEPP, no âmbito de força-tarefa. A operação contou com o apoio das Polícias Militar e Civil do Estado de Minas Gerais e, ainda, com atuação dos Ministérios Públicos dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, por meio dos GAECOs daqueles estados, e teve como propósito o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão e de oito mandados de prisão temporária expedidos pelo Juízo da Comarca de Brumadinho.

Os oito investigados presos são funcionários da VALE, dentre eles, quatro gerentes (dois deles, executivos) e quatro integrantes das respectivas equipes técnicas. Todos são diretamente envolvidos na segurança e estabilidade da Barragem 1, rompida no dia 25/01/2019. As prisões temporárias foram decretadas pelo prazo de 30 dias, tendo em vista fundadas razões de autoria ou participação dos investigados na prática de centenas de crimes de homicídio qualificado, considerados hediondo. Todos os presos serão ouvidos pelo Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte. Também são apurados crimes ambientais e de falsidade ideológica.

Foram, ainda, alvos de busca e apreensão, em São Paulo e Belo Horizonte, 4 funcionários (um diretor, um gerente e dois integrantes do corpo técnico) da empresa alemã TÜV SÜD, a qual prestou serviços para a VALE, referentes à estabilidade da barragem rompida. Também foi cumprido mandado de busca e apreensão na sede da empresa VALE, no Rio de Janeiro.

Os documentos e provas apreendidos serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Minas Gerais para análise."

As medidas estão amparadas em elementos concretos colhidos até o momento nas investigações."
(MPMG). As informações são do TV Globo e Carlos Amaral, G1 Minas.

André Janones Deputado Federal: "Cheguei metendo o pé no presidente da Vale e no secretário de meio ambiente!"


CORAGEM AQUI É MATO

"Fiz o que vocês queriam fazer: cheguei metendo o pé no presidente da Vale e no secretário de meio ambiente!


Porque bandido é bandido, mesmo quando está na presidência de uma multinacional". diz André Janones, Deputado Federal.

Vale sabia que barragem em Brumadinho tinha risco elevado de colapso


Foto: REUTERS/Washington Alves


A Vale, maior produtora global de minério de ferro, estava ciente no ano passado de que a barragem de rejeitos que entrou em colapso no mês passado, matando pelo menos 165 pessoas, tinha um risco elevado de ruptura, segundo um documento interno visto pela Reuters na segunda-feira.

O relatório, datado de 3 de outubro de 2018, mostra que, segundo a própria Vale, a barragem da mina de minério de ferro Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), tinha duas vezes mais chance de se romper do que o nível máximo tolerado pela política de segurança da empresa.

O documento é a primeira evidência de que a própria Vale estava preocupada com a segurança da barragem.
Isso levanta a questão de por que uma auditoria, realizada na mesma época, garantiu a estabilidade da barragem e por que a mineradora não tomou precauções, como mover um refeitório localizado logo abaixo da estrutura que se rompeu.

A Vale disse que o relatório, chamado de “Geotechnical Risk Management Results”, compreendia as opiniões de engenheiros especialistas, que são obrigados a trabalhar dentro de procedimentos rigorosos quando identificam quaisquer riscos.

“Não existe em nenhum relatório, laudo ou estudo conhecido qualquer menção a risco de colapso iminente da Barragem I da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho”, disse a Vale em uma nota por e-mail.

“Pelo contrário, a barragem possuía todos os certificados de estabilidade e segurança, atestados por especialistas nacionais e internacionais.”

A Vale perdeu cerca de um quarto de seu valor de mercado, ou quase 19 bilhões de dólares, desde a tragédia.

O colapso da barragem ocorreu em 25 de janeiro e foi a mais mortal tragédia de mineração do Brasil e o segundo desastre envolvendo uma barragem de rejeitos de minério de ferro em pouco mais de três anos no país.


“ZONA DE ATENÇÃO”

O relatório interno da companhia de outubro de 2018 colocou a barragem da mina Córrego do Feijão dentro de uma “zona de atenção”, dizendo que “deve ser assegurado que todos os controles de prevenção e mitigação estejam sendo aplicados”.

A barragem foi marcada para descomissionamento. Um fracasso poderia custar à empresa 1,5 bilhão de dólares e teria o potencial de matar mais de cem pessoas, segundo o relatório.

Outras nove barragens, das 57 que foram estudadas, foram colocadas na zona de atenção, de acordo com o relatório.

Um outro relatório da Vale datado de 15 de novembro de 2017, também visto pela Reuters, afirma que qualquer estrutura com uma chance de falha acima de 1 em 10.000/ano deve ser levada à atenção do presidente-executivo e do Conselho de Administração.

A barragem de Córrego de Feijão tinha uma chance de colapso duas vezes maior que o “nível máximo de risco individual” tolerável, ou 1 em 5.000/ano, segundo o relatório.

“Isso não é bom na minha opinião, especialmente se você considerar que essas estruturas são de longo prazo”, disse David Chambers, geofísico do Centro de Ciência em Participação Pública, em Montana, e especialista em barragens de rejeitos.

A mineradora disse em seu comunicado por e-mail que “a criação de um alerta para a alta gestão, sugerida em novembro de 2017, passou a ser estudada dentro do contexto da integração do risco geotécnico ao risco dos negócios da Vale”.

Perguntada sobre o que veio dessa discussão, a Vale disse que tal alerta não havia sido implementado.

SOB INVESTIGAÇÃO

A Vale disse que as causas da ruptura ainda estão sendo investigadas. A empresa afirmou repetidamente que a barragem foi declarada como sólida por um auditor independente em setembro.

A auditoria da alemã TÜV SÜD, que foi vista pela Reuters, disse que a represa atendeu as exigências legais mínimas de estabilidade, mas levantou uma série de preocupações, particularmente sobre os sistemas de drenagem e monitoramento da represa.

O auditor fez 17 recomendações para melhorar a segurança da barragem.

A Vale disse que as recomendações eram rotineiras e que a empresa atendia a todas elas.

O relatório interno de outubro identifica a liquefação estática e a erosão interna como as causas mais prováveis de uma falha potencial.

Ainda não se sabe a causa do colapso da barragem em Brumadinho, mas uma autoridade ambiental do Estado disse à Reuters neste mês que todas as evidências apontavam para a liquefação.

A liquefação é um processo pelo qual um material sólido como areia perde força e rigidez e se comporta mais como um líquido. Foi a causa de outro colapso mortal em 2015, que resultou no pior desastre ambiental do Brasil.

“Nós costumávamos dizer que esses tipos de incidentes de mineração eram atos de Deus, mas agora... nós os consideramos fracassos na engenharia”, disse Dermot Ross-Brown, engenheiro da indústria de mineração que leciona em instituição no Colorado.

A Vale disse que vai investir cerca de 400 milhões de dólares a partir de 2020 para reduzir sua dependência de barragens de rejeitos, que armazenam detritos da mineração. As informações são da Reuters.

Inspetor de máquinas e equipamentos desaparecido em Brumadinho é reconhecido e sepultado


Foto: Ana Paula dos Santos/ Arquivo pessoal

Foi sepultado na tarde do domingo (03) em sua cidade natal, Itabirito no estado de Minas Gerais, o inspetor de máquinas e equipamentos, Cláudio Márcio dos Santos, de 46 anos. Ele estava entre os desaparecidos no rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Vale em Brumadinho. Até agora, 114 dos 121 mortos encontrados foram identificados. Há ainda 205 pessoas desaparecidas e outras 394 que foram localizadas com vida.

De acordo com a ex-mulher, Ana Paula dos Santos, através de exames de DNA, o corpo de Cláudio Márcio dos Santos foi reconhecido.
O inspetor de máquinas e equipamentos deixou três filhos. Antes da tragédia, dois deles moravam em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, mas viajaram com a mãe para Itabirito, em Minas Gerais, para ficar mais próximo da família e obter mais informações sobre o pai desaparecido.

A última informação que a família recebeu sobre Cláudio Márcio foi por meio de um colega de trabalho que esteve com ele poucos minutos antes do rompimento da barragem. "Ele estava conversando com um amigo, que terminou o serviço, saiu e deixou ele, que ainda estava terminando o trabalho. Foi na hora que aconteceu", contou Ana Paula. As informações são do G1 Petrolina.

Veja imagens exclusivas da BAND do rompimento da barragem em Brumadinho (MG)

Foto: Reprodução / BAND

Uma câmera fixa no alto da Mina Córrego do Feijão mostra o momento logo após a barragem da Vale se romper no início da tarde da última sexta-feira (25), em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O “tsunami” de lama, minério e rejeitos avança rapidamente, engole veículos, máquinas, trem, prédios e encobre toda a mina.

Eram 12h28. Primeiro, aparece uma poeira do lado esquerdo, que vai subindo e se alastrando. Depois começa a aparecer a lama. No centro, uma estrutura da Vale, veículos e alguns funcionários. Um veículo branco e uma máquina tentam escapam, mas são cercados pelo "mar de lama" e somem.
As informações são do 
G1 Minas — Belo Horizonte.

Ex-mulher e dois filhos que moram em Petrolina (PE) busca informações de inspetor de máquinas desaparecido em Brumadinho (MG); "Temos fé que ele possa estar vivo"

Inspetor de máquinas e equipamentos, Cláudio Márcio dos Santos, de 46 anos, está entre os desaparecidos da tragédia de Brumadinho — Foto: Ana Paula dos Santos/ Arquivo pessoal

O inspetor de máquinas e equipamentos, Cláudio Márcio dos Santos, de 46 anos, está entre os desaparecidos desde o rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Vale em Brumadinho, no estado de Minas Gerais. A ex-mulher e dois filhos do desaparecido que moram em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, viajaram nesta quarta-feira (30) para Minas Gerais para ficar próximo da família e buscar mais informações sobre o desaparecido.

A ex-mulher Ana Paula dos Santos diz que tem esperanças que Cláudio Márcio seja encontrado com vida. "Nós recebemos essa notícia com muita tristeza. Foi um impacto muito grande, porque os meus filhos estão sofrendo muito. Nós temos fé que ele possa estar vivo".

A última informação que a família recebeu sobre Cláudio Márcio dos Santos foi por meio de um colega de trabalho que esteve com ele poucos minutos antes do rompimento da barragem. "Ele estava conversando com um amigo, que terminou o serviço, saiu e deixou ele, que ainda estava terminando o trabalho. Foi na hora que aconteceu", contou Ana Paula.
Os custos da viagem estão sendo pagos pela Vale, mas Ana Paula e os dois filhos preferiram dispensar o hotel que a empresa ofereceu, e se hospedar com parentes em Itabirito, cidade mineira a 43 quilômetros de Brumadinho.

Cláudio Márcio dos Santos Júnior, de 16 anos, que tem o mesmo nome do pai, lembra da última conversa entre eles. "Eu havia falado com ele na terça via telefone fixo da empresa que ele trabalhava. A gente estava planejando de morar em Minas Gerais, porque ele queria os filhos mais próximo dele e a gente sempre conversava a data e se ele já havia saído da casa, ajeitando o apartamento para a gente morar perto dele. Não via a hora de voltar a morar perto do meu pai, porque a gente só se via nas férias", explicou.


No retorno a Minas Gerais, o adolescente disse que está ansioso para rever a madrasta e o irmão de seis meses, e mais ainda reencontrar o pai e seguir com os planos de morarem perto um do outro. "Eu tenho bastante esperança, porque chegou o pessoal de Israel e as buscas estão cada vez mais intensas. Estão encontrando pessoas vivas, tanto na floresta, pessoas ilhadas", destacou Júnior. As informações são da Juliane Peixinho / G1 Petrolina.

Mortos por rompimento de barragem em Brumadinho chegam a 84, desaparecidos são 276

Foto: REUTERS/Adriano Machado

Subiu para 84 o número de mortes confirmadas, nesta terça-feira, após o rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG) da Vale ter lançado uma enorme avalanche de lama de rejeitos sobre áreas da própria Vale e da cidade, número que ainda deve aumentar, já que 276 pessoas ainda estão desaparecidas.

Em entrevista em Brumadinho, onde a barragem da mina do Córrego do Feijão se rompeu na sexta-feira, o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador da Defesa Civil de Minas Gerais, disse que foram identificados 42 corpos entre os óbitos.

Segundo o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, as equipes de resgate já encontraram ao menos dois corpos na área em que antes era o refeitório da Vale na mina, e a expectativa é que novos resgates sejam feitos neste local na quarta-feira.

Na noite desta terça, o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, anunciou após reunião no Ministério de Minas e Energia em Brasília que a mineradora não irá mais conviver com barragens de mineração construídas no método conhecido como a montante —mesmo usado em Brumadinho e na barragem que rompeu em Mariana em 2015— e que a produção da empresa em locais em que ainda existem esse tipo de barragem serão paralisadas para que essas instalações sejam eliminadas.

Também em Brasília nesta terça-feira, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmaram que o governo do presidente Jair Bolsonaro não vai intervir na companhia em busca de troca em sua direção.

Também nesta terça-feira, três funcionários da Vale responsáveis pela barragem de Brumadinho e dois engenheiros da empresa alemã Tüv Süd, que atestaram a estabilidade da unidade, foram presos em operação para apurar homicídio, falsidade ideológica e crimes ambientais na tragédia.

As prisões incluem o gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança e o gerente-executivo operacional do complexo minerário Paraopeba da Vale, de acordo com decisão da juíza Perla Saliba Brito, de Brumadinho. O terceiro funcionário da mineradora é um geólogo que atestou a segurança da barragem junto com os engenheiros terceirizados, segundo o documento visto pela Reuters.
As informações são da Reuters

Buscas por sobreviventes seguem pelo 4º dia com 58 mortes Até agora em Brumadinho (MG)

Equipes de resgatem seguem buscas por vítimas e sobreviventes após rompimento de uma barragem da mineradora Vale — Foto: Reprodução/TV Globo

As buscas por vítimas e sobreviventes do rompimento de uma barragem da mineradora Vale foram retomadas na manhã desta segunda-feira (28) em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. Até agora, 58 mortes e 305 desaparecidos foram confirmados pelas autoridades.

Neste quarto dia de buscas, 136 militares de Israel vão reforçar os trabalhos de resgate. Eles se juntam a cerca de 270 brasileiros de vários órgãos que atuam na região da tragédia.

A barragem de rejeitos se rompeu na sexta-feira (25) e ficava na mina de Córrego do Fundão. A lama varreu a comunidade local e parte do centro administrativo da empresa. Entre as vítimas estão moradores locais e funcionários da Vale.

O número de mortos deve aumentar, segundo o tenente coronel Flávio Godinho, da Defesa Civil de Minas Gerais. Em entrevista, ele afirmou que há corpos dentro de um segundo ônibus soterrado perto do centro administrativo da Vale em Brumadinho. A quantidade de vítimas dentro do veículo, no entanto, não foi confirmada.
Por causa da localização do ônibus soterrado, as autoridades haviam decidido não suspender as buscas durante a madrugada. No entanto, o alto volume de lama impediu que os trabalhos continuassem. As buscas foram interrompidas na noite de domingo e foram retomadas por volta das 4h desta segunda-feira (28).

Também na noite de domingo um avião com 136 militares e 16 toneladas de equipamentos enviados por Israel chegou ao aeroporto de Confins. Os israelenses passaram a viagem planejando os trabalhos. No aeroporto em Confins, os estrangeiros se reuniram com equipes que comandam os resgates em Brumadinho.

Em entrevista na manhã desta segunda-feira, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que o apoio dos militares de Israel vai "aumentar muito a chance de encontrar novos sobreviventes" e dar mais "agilidade para encontrar vítimas". O governador afirmou que a preocupação é achar os sobreviventes e vítimas e que "donativos não tem feito diferença para melhor". As informações são do G1.

Ajuda israelense para resgate de vítimas de Brumadinho chega hoje

 Forças de Defesa de Israel/Redes Sociais

O presidente Jair Bolsonaro disse que a partir do meio-dia de hoje (27) devem chegar 140 pessoas e 16 toneladas de equipamentos enviados pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A informação foi postada por ele, na sua conta pessoal, no Twitter.

“Após contato com o Primeiro-ministro de Israel, @netanyahu , chegam hoje, às 12h, em Belo Horizonte-MG, recursos humanitários e profissionais; São 140 pessoas e 16 toneladas de equipamentos destinados a busca de desaparecidos em Brumadinho [MG].”
Ontem (26) Bolsonaro conversou com Netanyahu sobre ajuda na busca de pessoas desaparecidas após o rompimento de uma barragem de contenção rejeitos da mineradora Vale, em Brumadinho (MG).

Antes da postagem pela rede social, o presidente sobrevoou a área atingida e, ao retornar a Brasília, Bolsonaro disse aos jornalistas que “o governo federal [junto] com o governo estadual tomaram todas as providências de imediato para ajudar a minimizar a dor dos familiares”.

Segundo o presidente, “daqui para frente o trabalho é basicamente de busca de desaparecidos. Infelizmente, pode aumentar muito o número de mortes”, lamentou. As informações são da Agência Brasil.

Tragédia de Brumadinho tem dezenas de mortos e centenas de desaparecidos

Foto: REUTERS/Washington Alves



O colapso de barragem de mineração da Vale em Brumadinho (MG) deixou dezenas de mortos e centenas de desaparecidos, em meio a poucas esperanças de encontrar muitos sobreviventes, enquanto a mineradora já começa a sentir os efeitos legais do desastre.

Até o fim da tarde de sábado, o Corpo de Bombeiros havia registrado 34 mortos, 81 desabrigados e 23 hospitalizados, depois que uma avalanche de lama atingiu comunidades e uma área administrativa da própria Vale, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte.

No início da noite, a Vale publicou uma lista de 253 funcionários, dentre próprios e terceirizados, que constavam como desaparecidos.

“Infelizmente, neste momento, as chances de encontrar sobreviventes são mínimas. Provavelmente estaremos apenas resgatando corpos”, disse a jornalistas Romeu Zema, governador do Estado de Minas Gerais.

O número de mortos deve subir drasticamente, segundo Avimar de Melo Barcelos, prefeito da cidade de Brumadinho. A causa da ruptura não é conhecida.

Renato Simão de Oliveiras, de 32 anos, procurava em hospitais e com a polícia por seu irmão, que trabalhava para a Vale há seis anos, e estava desesperado com a falta de informação.

“Eu ouvi sobre isso quando estava no trabalho. Liguei para ele várias vezes, mas não consegui encontrá-lo”, afirmou. “Estamos perdidos, não sabemos de nada.”

O Estado ainda está se recuperando do colapso de novembro de 2015, de uma barragem maior, da mineradora Samarco —uma joint venture da Vale com a anglo-australiana BHP,—, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e atingiu o rio Doce, causando o maior desastre ambiental do país.

À Reuters, o procurador da República José Adércio Sampaio afirmou que o novo colapso pode mudar completamente o rumo das negociações no entorno de uma ação de 155 bilhões de reais movida contra a Samarco e suas donas (Vale e BHP), no âmbito de tragédia ocorrida há três anos.

Coordenador da força-tarefa do Rio Doce, criada pelo Ministério Público Federal para investigar o caso Samarco, Sampaio ponderou no entanto que ainda é preciso investigar as causas do novo desastre.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que é necessário mudar o protocolo de segurança de barragens no país e que o Ministério Público terá ação mais severa e firme na tragédia em Brumadinho após os aprendizados com o desastre em Mariana.

O presidente Jair Bolsonaro, que esteve em Brumadinho na manhã deste sábado, afirmou que o governo federal fará o que puder para ajudar e impedir que isso ocorra de novo. E disse que o governo pode liberar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajuda na tragédia.
“Difícil ficar diante de todo esse cenário e não se emocionar. Faremos o que estiver ao nosso alcance para atender as vítimas, minimizar danos, apurar os fatos, cobrar justiça e prevenir novas tragédias como a de Mariana e Brumadinho, para o bem dos brasileiros e do meio ambiente”, tuitou.

Também na rede social, o presidente afirmou que o governo de Israel ajudará o país na busca por desaparecidos.


MEDIDAS JUDICIAIS E MULTAS

A Vale sofreu bloqueios judiciais somando 6 bilhões de reais, teve parte de suas atividades suspensas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e recebeu multas ambientais de mais de 300 milhões de reais, devido ao rompimento.

A agência reguladora em Minas Gerais decidiu interditar e suspender de imediato as atividades do Complexo Córrego do Feijão, até que haja o restabelecimento de todas as condições técnicas de segurança da operação, devidamente comprovadas junto à agência, segundo documento visto pela Reuters.

Dos recursos bloqueados da empresa, 5 bilhões de reais foram devido a uma ação movida pelo Ministério Público do Estado, com o objetivo garantir a adoção de medidas emergenciais e a reparação de danos ambientais decorrentes do rompimento da barragem.

Além disso, a Justiça estadual acatou pedido do Estado, com bloqueio de outro 1 bilhão de reais.

No caso das multas ambientais, o Ibama multou a empresa em 250 milhões de reais, enquanto a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), responsável pelo licenciamento ambiental da barragem, anunciou uma multa de 99 milhões de reais.

Em uma entrevista na noite de sexta-feira, o diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou que a barragem 1, que se rompeu, estava paralisada há três anos e estava sendo descomissionada. A estimativa é que havia cerca de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro.

Schvartsman ressaltou que em 10 de janeiro havia sido feita a última leitura dos monitores e estava “tudo normal”, além disso, disse que a estrutura tinha um atestado de estabilidade da empresa de auditoria externa alemã TUV SUD. O executivo frisou o tempo todo que a prioridade da empresa era o resgate das vítimas.

Procurada pela Reuters, a alemã confirmou ter inspecionado a barragem de rejeitos em setembro e ter concluído que ela estava operando bem.

A mina de Feijão é uma das quatro no complexo da Vale em Paraopeba, que inclui duas plantas de processamento e produziu 26 milhões de toneladas de minério de ferro em 2017, ou cerca de 7 por cento da produção total da Vale naquele ano, segundo informações no site da empresa. As informações são da Reuters.

Ônibus é achado com mortos em Brumadinho, diz porta-voz dos Bombeiros

Um ônibus foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros na região próxima à barragem rompida da Vale em Brumadinho, na manhã deste sábado (27). Todos os que estavam no coletivo eram funcionários da empresa e morreram, segundo o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros.

“Como é um local de difícil acesso e precisamos de um maquinário especial para acessar essa estrutura e retirar essas vítimas, ainda não fechamos o número de óbitos. Mas esse número de óbitos, ele irá aumentar”, destacou ele.

Antes da nova informação, 9 mortes haviam sido confirmadas.

Famílias achadas vivas

No bairro Cachoeira, 15 famílias que estavam ilhadas foram resgatadas pelos Bombeiros. Cerca de 60 pessoas estavam sem sinal de telefone e, por isso, não conseguiam contato. O resgate foi feito com auxílio de helicópteros.

Segundo a Defesa Civil, 345 pessoas estão desaparecidas. As informações são de Henrique Coelho, G1 Minas.

Bombeiros estimam cerca de 200 desaparecidos após barragem se romper em Brumadinho (MG)

Foto: Reprodução / TV Globo

O Corpo de Bombeiros informou nesta tarde (25) que aproximadamente 200 pessoas estão desaparecidas após o rompimento da Barragem da Mina Feijão, em Brumadinho (MG). A estrutura, que pertence à Vale, liberou no meio ambiente um volume ainda desconhecido de rejeitos de mineração.

O Hospital João XXIII, instituição pública vinculada ao estado de Minas Gerais e sediada em Belo Horizonte, acionou um plano de atendimento para múltiplas vítimas de catástrofes. Até o momento, a instituição confirmou a chegada de duas pacientes, de helicóptero.

Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que o Sistema de Comando de Operações (SCO) está estruturado no Centro Social do Córrego do Feijão, em Brumadinho. "Vários órgãos, principalmente de segurança pública, estão no local e em reunião neste momento definindo as estratégias de atendimento", diz a nota.

Ao lado do Centro Social do Córrego do Feijão, há um campo de futebol que está sendo usado como área de avaliação e triagem das vítimas para atendimento médico, além de estacionamento de viaturas. Também foi estruturado um posto para arrecadação de alimento na Faculdade Asa de Brumadinho.

O Corpo de Bombeiros informou que está atuando com 51 militares, e que contam ainda com seis aeronaves.

O Corpo de Bombeiro alerta os órgãos de imprensa, que estão utilizando drones, pois estariam atrapalhando o sobrevoo das aeronaves da corporação. "As aeronaves estão resgatando inúmeras pessoas ilhadas em diversos pontos a todo momento". As informações são da Agência Brasil.

A RecordTV Minas flagrou o momento que vítimas foram resgatadas da lama pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros.



Barragem da Vale se rompe em Brumadinho (MG)

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Uma barragem rompeu-se na cidade de Brumadinho, próxima a Belo Horizonte. As informações preliminares foram dadas pela Defesa Civil. Uma equipe com técnicos está se dirigindo ao local para avaliar a situação.

A Vale do Rio Doce, empresa responsável pela barragem, divulgou nota há pouco. “As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se há feridos no local.


A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens”, informou a empresa.
Segundo a empresa, a prioridade é “preservar e proteger a vida de empregados e de integrantes da comunidade”.

O comunicado não explica a causa do rompimento.

A prefeitura lançou um comunicado em sua conta no Instragram pedindo que os moradores fiquem longe do leito do Rio Paraopeba. As informações são da Agência Brasil.

Ônibus que saiu da Bahia para São paulo tomba em MG e deixa sete mortos incluindo um bebê

Ônibus tomba na BR-381, próximo a Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte, e deixa mortos e feridos (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)


Um ônibus tombou na BR-381 na manhã deste domingo (12), em Brumadinho, de acordo com a Autopista Fernão Dias, concessionária que administra a rodovia. O acidente ocorreu no sentido São Paulo por volta das 9h50, na divisa com Igarapé. Sete pessoas morreram.

Havia neblina no momento do acidente. A causa do tombamento é desconhecida.

O Corpo de Bombeiros informou que seis pessoas morreram no local, entre elas um bebê de nove meses. Duas pessoas sofreram amputações e uma delas foi conduzida para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, pelo helicóptero da corporação. Um homem de 33 anos morreu no Hospital Regional de Betim.

A Polícia Rodoviária Federal informou que 13 pessoas foram socorridas com vida, sendo um em estado grave. No Hospital Regional de Betim foram atendidos três feridos, sendo que um deles não resistiu aos ferimentos.

Cinco feridos foram levados para o Hospital João XXIII. De acordo com a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), são quatro adultos e uma criança de dois anos. Um homem já teve alta e outros dois adultos tem estado de saúde estável, assim como a criança. Somente um dos feridos está internado em estado grave.

Por telefone, uma funcionária da empresa RC Turismo, proprietária do veículo, disse que um representante foi enviado ao local do acidente, mas ainda não tem informações. Segundo ela, o ônibus, que ia de Itabuna, na Bahia, para São Paulo capital, está com a documentação em dia.

A pista sentido São Paulo chegou a ser totalmente interditada para atendimento às vítimas e foi liberada às 16h. As informações são do G1 MG.