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Nesta quinta-feira (04), membros da Secretaria de Saúde de Petrolina visitaram a unidade de produção do Aedes aegypti na Moscamed Brasil. Estiveram presentes a secretária de saúde de Petrolina, Magnilde Albuquerque, a secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro e a gerente de endemias, Aynoanne Barbosa. O encontro teve o objetivo de dar continuidade do projeto piloto que será desenvolvido no município para ajudar no controle do mosquito, vetor de doenças, como Zika, Dengue e Chikungunya.

As gestoras foram recebidas pelo presidente Dr. Jair Virginio; a superintendente, Carla Santos; a gerente técnica científica; Maylen Gomez, e nos laboratórios foram acompanhadas pelas pesquisadoras Michelle Pedrosa e Luiza Garziera.

Durante a visita, a equipe conheceu a produção do mosquito e o projeto de controle biológico que utiliza a Técnica do Inseto Estéril (TIE) associada a Técnica do Inseto Incompatível (TII - com Wolbachia) como alternativa complementar para o controle do mosquito Aedes aegypti.

Para a secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro, esta parceria vem para consolidar o trabalho já realizado pela Secretaria de Saúde. “Esse é um projeto piloto aqui na região, e o objetivo de todos é combater o mosquito. Já tivemos uma reunião na secretaria e hoje estivemos aqui para dar continuidade no desenvolvimento e sucesso das ações. A primeira delas será a identificação da área que será utilizada. Vale ressaltar que o trabalho que já vem sendo desenvolvido pelo município vai continuar, esse é só mais um reforço”, frisou.

Dr. Jair Virginio ressaltou o objetivo da Moscamed Brasil de levar o projeto para beneficiar Petrolina. "O recurso já garantimos, o que buscamos agora é o apoio da prefeitura com relação a equipe para monitoramento. O equipamento de captura de ovos e mosquitos do Aedes aegypti assim como toda a análise e desenvolvimento do projeto será de responsabilidade da Moscamed", destacou.

O projeto é pioneiro no Brasil e no mundo e tem o apoio dos Ministérios da Saúde (MS) e Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e da Agência Internacional de Energia Atômica – AIEA.

“O objetivo é fazer as liberações desses insetos esterilizados. Vamos liberar os machos, eles não se alimentam de sangue e não vão incomodar a população. Estamos discutindo este projeto piloto, vamos realizar o monitoramento para saber o índice de infestação em campo e começar os planejamentos”, concluiu o diretor Jair Virginio.


 Clêilma Souza / Ascom PMP

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