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Quadrilha que vendia botox e anabolizantes ilegais lucrou R$ 1 milhão com golpe na Bahia (Foto: Maiana Belo/G1 BA)



A quadrilha que comprava botox, anabolizantes, além de produtos estéticos, e os revendiam de forma ilegal, lucrou com o golpe R$ 1 milhão, no período de mais ou menos um ano, segundo informações da Polícia Civil nesta segunda-feira (21). Segundo a polícia, a venda de botox só pode ser feita aos profissionais de medicina ou odontologia, com o uso do registro profissional.

O grupo era formado por dois homens e três mulheres, que, para adquirr os produtos, utilizava receitas falsificadas, com o nome e registro de médicos conceituados, como cirurgiões plásticos e neurociruriões de Salvador. A quadrilha fazia a compra online por todo o país e vendiam os produtos na capital baiana, conforme apontam as apurações da polícia.

Quatro dos cinco suspeitos de integrarem a quadrilha foram apresentados à imprensa nesta segunda-feira, na sede da Polícia Civil, na Piedade, na capital baiana. Apenas uma mulher, de 27 anos, foi liberada por estar amamentando o bebê de quatro meses. Segundo a polícia, ela também vai responder por organização criminosa, assim como os comparsas.

A quadrilha foi presa na sexta-feira (18) nos bairros de Armação, Acupe de Brotas e Pituba. Ao todo, foram apreendidas 300 caixas com os produtos vendidos ilegalmente, além de microagulhas e aparelhos usados para procedimentos de rejuvenescimento. Todos os integrantes confessaram que fazem parte do grupo criminoso e revelaram passar endereços alternados para a entrega do material para evitar que fossem descobertos, segundo polícia.

As investigações começaram a cerca de seis meses, após denúncia de um dos médicos que teve o registro usado pela quadrilha. Conforme a polícia, todos os médicos que tiveram os nomes usados no golpe já foram ouvidos e são considerados vítimas.

Sobre a ação da quadrilha, a delegada que investiga o caso, Glória Izabel Ramos detalha que dois dos homens que participaram da fraude se passavam pelos médicos. As outras três integrantes do grupo criminoso eram responsáveis por repassar os produtos aos suposto clientes. Uma delas é fisioterapeuta. Outra mulher que integra a quadrilha foi apontada pela polícia como garota de programa.

A polícia investiga se as pessoas que receberam os produtos foram enganadas ou se sabiam da procedência dos produtos. "Eles [suspeitos] usavam o registro dos médicos e a identidade falsificada das vítimas. A compra era feita toda pela internet. Eles colocavam o nome do médico, mas o número era de um cartão clonado ou falso. Quando a operadora fazia a cobrança pela falta do pagamento, eles entravam em contato com o médico para cobrar e o médico, por sua vez, dizia que não fez a compra. Quando o médicos nos procurou, começamos as investigações", explicou a delegada.

Ainda segundo Glória Izabel, além da distribuição e compra do produto serem ilegais, a quadrilha superfaturava o valor dos produtos. "Se eles comprasse algo de R$ 600, vendia por cerca de R$ 1.000, por exemplo", revelou.

Conforme o delegado Adailton Adam, que também participou da coletiva e das investigações, ninguém procurou a polícia para denunciar o uso indevido do produto, nem do uso do cartão. Ele esclareceu ainda que o grupo só recebia e repassava os produtos. As informações são do G1 BA.



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