Loja exibe árvore de Natal em vitrine (Foto:
Ricardo Welbert/G1)
Ricardo Welbert/G1)
As vendas no comércio de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, durante o Natal, devem crescer em média 2%, informou a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade. Apesar do ano difícil em relação as vendas, os comerciantes estão otimistas com a época. Para atrair os consumidores, os empresários estão investindo em promoções, descontos e maior prazo para pagamento.
Segundo a CDL, uma pesquisa realizada com os lojistas mostrou que, apesar da crise, as vendas não serão piores do que os números registrados em 2015. “No mínimo vai ser igual. É possível ver ainda um crescimento de até 2%. Eles estão otimistas com as promoções, garantindo descontos, cupons de sorteio. Com essas facilidades eles acham que podem ter uma resposta positiva, mesmo que seja baixa”, explicou o diretor executivo da CDL, Valdivo Carvalho.
Em relação ao poder de compra dos consumidores, também houve uma redução. O valor médio para 2016 é de até R$ 100. “O lado bom é que o consumidor está interessado mais em comprar a vista. Não querem débitos a prazo, dívidas. Mais da metade das pessoas pensam em comprar a vista. Outros falam também que a preocupação é pagar as dívidas que já tem” argumentou o diretor executivo.
Vitrines
Para chamar a atenção dos consumidores, os comerciantes anteciparam as ornamentações. Ainda no mês de outubro, as lojas prepararam as vitrines com produtos de Natal. A estratégia foi utilizada como foma de motivar e estimular as compras.
Para chamar a atenção dos consumidores, os comerciantes anteciparam as ornamentações. Ainda no mês de outubro, as lojas prepararam as vitrines com produtos de Natal. A estratégia foi utilizada como foma de motivar e estimular as compras.
“Tudo isso é um atrativo. Apesar da crise, os consumidores podem aproveitar as oportunidades das lojas, as promoções que são interessantes e que não era normal ter esse tipo de situação, com descontos. O consumidor vai ter um diferencial de preços, prazos e sorteios com prêmios”, lembrou o representante da CDL.
Apesar da boa expectativa, o momento ainda é de preocupação. “Nos anos anteriores, no final de ano, o crescimento das vendas ajudava a garantir os meses de janeiro, fevereiro e março. O Natal era a época onde aproveitavam para cobrir a deficiência de outros meses. Mas, se eu não tenho esse adicional para queimar nos próximos meses, como vou administrar? É um período preocupante” detalhou Valdivo. informações da Taisa Alencar / G1 Petrolina.
0 Comentários
Os comentários não representam a opinião deste site; a responsabilidade é do autor da mensagem.