O movimento de alta acontece depois de ataques recentes a infraestruturas energéticas no Oriente Médio, incluindo o campo de South Pars, no Irã, o maior do mundo. O ataque aumentou o risco de interrupções na produção e no fornecimento global.
O contrato mais ativo do WTI operava próximo de US$ 97 pela manhã, com variação mais moderada no mesmo período. Desde o início do conflito, o petróleo acumula valorização de cerca de 50%.
A pressão também recai sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo e gás.
Qualquer interrupção no fluxo pela região pode afetar diretamente o abastecimento internacional.
Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevaram a tensão. O governo indicou possibilidade de ampliar ações contra infraestruturas energéticas iranianas caso novos ataques ocorram.
Analistas apontam que os preços podem subir ainda mais em caso de novos danos diretos a ativos no Golfo. Projeções indicam que o Brent pode ultrapassar US$ 120, com cenários entre US$ 140 e US$ 160.
Gás natural reage a ataque no Catar
Os preços do gás natural europeu avançaram até 35% após ataques ao terminal de Ras Laffan, no Catar, maior instalação de GNL do mundo.
Autoridades locais relataram danos extensos após ofensivas iranianas, ampliando a volatilidade no mercado global de energia.


0 Comentários
Os comentários não representam a opinião deste site; a responsabilidade é do autor da mensagem.