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Familiares aguardam corpos para realização do velório em Petrolina (MONTAGEM PN / Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)


Familiares e amigos aguardam neste sábado (19), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a chegada dos corpos, de uma jovem de 22 anos e de um bebê de sete meses. Mãe e filho foram encontrados mortos dentro de casa, na última quarta-feira (16), em Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. Ela morava há quatro anos no sudeste e se preparava para em setembro voltar a residir com família no Núcleo 3, do Projeto de Irrigação Nilo Coelho, na Zona Rural de Petrolina.

De acordo com o pai da vítima, José Félix, ela foi achada sem vida na cama com uma fronha enrolada no pescoço e o bebê morto em uma banheira. “Geralmente ela falava com a gente quatro a cinco vezes ao dia. Na terça-feira (15), ela não falou. E no decorrer da noite da terça para quarta, fizemos várias ligações e não deu certo. A minha irmã que mora em São Paulo ficou preocupada e chamou a polícia. Eles arrombaram a porta e encontraram ela morta junto com o filho”, relatou.

Segundo José, o suspeito do crime é o ex-namorado dela e pai da criança que teria se entregado a polícia na sexta-feira (18) e confessou o crime. “Quando ela engravidou, ele se afastou, e nesse meio tempo, ele conheceu outra moça. Eu fui em São paulo, conversei com ele e deixei eles escolherem se valia a pena morar junto, cuidar do filho. Ele me falou que tinha outra pessoa e nós acertamos que cada um ia tomar o seu caminho. Falei com minha filha para não exigir pensão dele, para evitar um desconforto para ela. Ele quis esconder o filho da namorada e proibiu o acesso da mãe dele ao neto e a minha filha. Eu acho que ele fez isso para esconder os dois do novo romance dele”, comenta.


Jovem de 22 anos e o filho foram assassinados dentro de casa em SP (Foto: Família/ Arquivo pessoal)

O irmão da vítima, Michel Emerson, disse que inicialmente a suspeita da polícia foi de suicídio, mas após a investigação, foi confirmado o duplo assassinato. “A gente conhecia a minha irmã, ela não tinha nenhum problema psicológico, era uma pessoa alegre, não reclamava de nada”, contou.

A família reclamou da demora na liberação dos corpos que apenas aconteceu neste sábado (19) pelo Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo. A previsão de chegada na casa da família em Petrolina é por volta das 18h para a realização do velório.

Em nota, a secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que os corpos foram liberados na sexta-feira (18), diferente do que relatou a família, após a finalização de todos os exames necessários para a investigação.

Já a Polícia Civil de São Paulo ainda não confirmou a prisão do assassino das vítimas e disse que o caso está sob investigação. As informações são da Juliane Peixinho / G1 Petrolina.

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