Cerca de 350 servidores técnicos suspenderam atividades nesta quarta (5).
Categoria busca discutir o ajuste fiscal e a demissão de 200 terceirizados.
Cerca de 350 servidores técnicos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) paralisaram as atividades nesta quarta-feira (5). A categoria organizou um movimento no hall da Reitoria do campus Petrolina Sede, no Sertão Pernambuco. A reivindicação, que tem duração de 24 horas, cobra melhores condições de trabalho, além de chamar atenção da sociedade para os recentes cortes orçamentários que aconteceram na instituição e que resultaram na demissão de mais de 200 funcionários terceirizados.
Segundo o assistente administrativo da Univasf, Luciano Silva, além da paralisação, já está programada uma assembleia deliberativa de greve para quinta-feira (6), às 9h, no Núcleo Temático 1, do campus Petrolina Sede. “Na paralisação de hoje, vamos discutir sobre o ajuste fiscal com os técnicos. O prejuízo com a demissão dos terceirizados foi grande, atingiu principalmente os serviços de limpeza e vigilância da universidade. Alguns terceirizados também assumiam cargos administrativos como de recepcionista. Então, a saída desses profissionais trouxe um prejuízo grande para nós, porque agora teremos que assumir serviços como envio de postagem e cobrança de documentos, dentre outras funções”, explica.
Além de Petrolina, técnicos dos campi Juazeiro, Senhor do Bonfim e Paulo Afonso, no Estado da Bahia e São Raimundo Nonato, no Piauí, também aderiram à paralisação de 24 horas e vão realizar assembleias paralelas na quinta-feira (6) para definir uma adesão à greve.
Já a categoria docente deliberou a greve desde o dia 23 de julho e cerca de 500 professores da Univasf estão com as atividades suspensas.(fonte: Juliane Peixinho Do G1 Petrolina)

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