Érica vende cocada no Centro de Petrolina
(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)
O número de desempregados em Petrolina, no Sertão pernambucano, esse ano é de 14.600 pessoas. Em todo o país, o índice é de 11 milhões. Os dados são do Ministério do Trabalho. Por causa do crescente desligamento de trabalhadores das empresas está crescendo cada vez mais a quantidade de pessoas que procuram uma alternativa e investem na informalidade.
A economia informal tem ganhado mais espaço nas ruas. É mais comum atualmente ver pessoas empreendendo e comercializando produtos pela rua de forma ambulante. O vendedor, Paulo Augusto de Araújo, é um dos exemplos. Ele disse que já trabalhou como vigilante, cobrador de ônibus e operário, mas quando perdeu o emprego buscou no comércio de picolés o sustento da família. “Eu fiquei desempregado e comecei a vender picolé. Ampliei mais o carrinho e fui levando a vida. Até hoje está dando para sobreviver”, disse o ambulante.
Márcio Reis do Santos também teve que buscar sustento na economia informal. Ele era trabalhados rural e foi demitido. Agora ele faz lanches e vende no comércio da cidade. “Eu não tive outra opção. Para não ficar desempregado, eu voltei ao trabalho que fazia antes”, afirmou Márcio.
Se nesse tempo de aperto está difícil para quem já tem experiência, imagina para quem procura o primeiro emprego? Este é caso de Érica Bruna Ferreira, 21 anos. Sem conseguir um emprego com carteira assinada, ela vende cocada no centro da cidade. “Já bati nas portas procurando emprego e oferecendo o meu serviço, mas ninguém dá oportunidade, mas a gente não tem como adquirir experiência se ninguém dá oportunidade de tentar. Eu espero que acabe com a crise e eu tenha todos os meus direitos adquiridos e assegurado”, destacou a vendedora. informações do G1 Petrolina.
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