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Tandara encara bloqueio triplo da Holanda na fase final da Liga das Nações (Foto: Divulgação FIVB)

Quando a bola tocou o chão holandês pela primeira vez, José Roberto Guimarães não festejou. À beira da quadra, como de costume, tentou manter a serenidade. A cada jogada, porém, a sua seleção dava provas da evolução no caminho às finais em Nanquim. Em um jogo quase perfeito, o Brasil não mostrou qualquer sinal do desgaste de tanto tempo na estrada. Na estreia na fase final da Liga das Nações, bateu nesta quinta-feira a Holanda em 3 sets a 0, parciais 25/16, 25/17 e 25/23. O triunfo garantiu a vaga nas semifinais sem depender do resultado da partida contra a China, nesta sexta, às 9h15 (horário de Brasília). O SporTV transmite o jogo que define a liderança do Grupo A ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real.

Tandara foi a principal pontuadora brasileira na partida com 17 pontos. Gabi veio em seguida com 14. O Brasil fez dez pontos de bloqueio e seis de saque, que funcionou muito bem. O destaque holandês foi Lonneke Slöetjes com 15 pontos.

No primeiro jogo do dia, a Turquia voltou a se mostrar forte. O time comandado pelo técnico Giovanni Guidetti venceu a Sérvia em 3 sets a 2, parciais 25/20, 21/25, 18/25, 25/19 e 14/16. Com o resultado, as turcas lideram a embolada classificação da chave B da competição, com três pontos. Agora, esperam pelo resultado de Estados Unidos e Sérvia, nesta sexta-feira, em busca da vaga para as semifinais.

Vitória com autoridade

A Holanda até abriu 2 a 0 logo de cara. Mas o bom começo das rivais não fez o Brasil perder o foco. Seguro em quadra e bem no sistema defensivo, a seleção chegou à primeira parada técnica à frente, com 8/6, depois de ataque para fora de Maret. No saque perfeito de Amanda, a vantagem brasileira logo pulou para 11/7. Gabi, logo na sequência, explorou o bloqueio rival com um toque de classe, e Jamie Morrison parou o jogo pela primeira vez.

Tão atrás no placar, a Holanda tentou reagir. Mas o Brasil tinha o jogo nas mãos. Deu tempo até para Zé chamar Jaqueline pela primeira vez à quadra, de volta à ponta – ainda que por apenas um ponto. Quando Amanda subiu livre à rede e mandou a bola ao chão, a seleção já tinha 21/13 no placar. A confiança era tanta que Zé até parou uma jogada para acusar que a bola já tinha tocado o chão holandês, com razão. No fim, Gabi fechou a primeira contagem: 25/16.

As holandesas tentaram voltar mais agressivas para o segundo set. O Brasil, porém, seguiu firme. Amanda, em uma pancada, fez o Brasil chegar a 8/5 na primeira parada técnica. A Holanda tentava o que podia, mas esbarrava na segurança do time de Zé Roberto. Àquela altura, eram pouquíssimas falhas e todas brilhavam. Com 14/8 contra no placar, Jamie Morrison parou o jogo mais uma vez.

Pouco adiantou. O Brasil repetiu o primeiro set e disparou. Em ponto de puro talento de Tandara pelo meio, o placar já marcava 20/12. Belien, em um ace, tentou dar vida ao seu time. Não conseguiu. A seleção ainda errou três saques seguidos, mas Adenízia levou o Brasil à vitória no set: 25/17.

A Holanda tentou se manter forte. Quis evitar a eliminação das finais a todo o custo. Por um momento, até conseguiu se impor. Aos poucos, porém, a seleção brasileira retomou o domínio do jogo. Apesar da luta das rivais, o Brasil fechou em erro de Plak: 25/23.

Brasil 3 x 0 Holanda

Parciais: 25/16, 25/17 e 25/23
Brasil: Tandara, Gabi, Bia, Adenizia, Roberta e Amanda. Líbero: Suelen
Entraram: Carol, Macris, Jaqueline e Monique Pavão
Técnico: José Roberto Guimarães
Holanda: Lonneke Slöetjes, Yvon Belien, Dijkema, Buijs, Maret Balkestein-Grothues e Juliet Lohuis. Líbero: Kirsten Knip
Entraram: Plak, Daalderop, Nicole Koolhaas, Britt Bongaerts e Marrit Jasper
Técnico: Jamie Morrison


As informações são de João Gabriel Rodrigues / Globoesporte, Nanquim, China.

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