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Foto: Maurício Ferry/Arquivo Folha


Um aporte financeiro de cerca de R$ 1,2 milhão será destinado à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para a elaboração de estudos para a criação de duas novas Unidades de Conservação (UCs) de Caatinga no Sertão pernambucano: a Serra da Matinha, no município de Carnaíba, e a Serra do Almirante, entre Parnamirim, Cabrobó e Santa Maria da Boa Vista.

O recurso também apoiará a confecção do plano de manejo do Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Tatu-bola, UC de 110 mil hectares criada há três anos, distribuída entre as cidades de Petrolina, Santa Maria da Boa Vista e Lagoa Grande. O montante é proveniente do acordo de cooperação assinado entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) para implementação do projeto Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade em três biomas - a Caatinga, o Pampa e o Pantanal.

A iniciativa integra o GEF-Terrestre (Fundo Mundial para o Meio Ambiente), que financiará o programa em R$ 122,5 milhões, o qual contempla 11 estados, entre eles Pernambuco. De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Carlos André Cavalcanti, a gestão apostou nessas três áreas como prioritárias com base no Atlas da Biodiversidade elaborado pelo Governo de Pernambuco.

“No caso do Refúgio (de Vida Silvestre) Tatu-Bola, escolhemos essa Unidade de Conservação para ter o plano de manejo porque ela representa a maior área de Caatinga conservada no Estado. Representa, do ponto de vista governamental, um esforço de proteção desse bioma”, explicou. É o plano de manejo que define as regras de uso e ocupação de solo dentro de um território legalmente protegido. Refúgio de Vida Silvestre é uma categoria de UC de proteção integral, ou seja, onde só são permitidas atividades ligadas ao ecoturismo e pesquisas científicas.

A boa notícia chega num momento em que um levantamento pioneiro feito pelo Centro de Pesquisas Ambientais (Cepan), em parceria com o Laboratório de Ecologia Aplicada da UFPE, revela que, dos quase sete milhões de hectares de Caatinga mapeados em Pernambuco, pouco mais da metade do bioma (51,06%) foi perdida para áreas de uso agropecuário - com uma grande parcela voltada a pastagens - enquanto só 46,89% do Estado ainda possui florestas de Caatinga conservadas, conforme publicado com exclusividade pela Folha de Pernambuco em novembro deste ano.

“A princípio, terão prioridade os estudos para criação das UCs Serra da Matinha e Serra do Almirante”, adianta Cavalcanti, reforçando que as atividades deverão ter início no primeiro semestre de 2019. As informações são da Folha de Pernambuco.

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