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José Maciel espera que a morte do irmão não fique impune — Foto: Reprodução / TV Grande Rio

Com balões pretos nas bicicletas, em sinal de luto, dezenas de ciclistas acompanharam nesta segunda-feira (4) o cortejo que levou os corpos dos ciclistas Anaelton Rodrigues Macedo e Rogério Teles de Siqueira, ambos com 34 anos, que foram mortos no domingo (23), após serem atropelados no km 176, da BR 428.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista que atropelou os ciclistas tinha ingerido bebida alcoólica e estava com a permissão para dirigir vencida desde novembro. A PRF informou que, durante análise do local do acidente, não foram verificadas quaisquer marcas de frenagem, o que levou a conclusão que o condutor teria dormido na direção do veículo.

O motorista, de 20 anos, foi preso em flagrante pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor, qualificado pela embriaguez, sendo conduzido à delegacia da Polícia Civil para os demais procedimentos legais cabíveis. Ele foi liberado após uma audiência de custódia.

Para o irmão de Anaelton, José Maciel Rodrigues, a liberação do motorista deixa na família uma sensação de impunidade. “Ao que tudo indica, o rapaz que tirou a vida dessas duas bênçãos estava embriagado. Foi constatado, foi preso... Infelizmente, a lei de hoje não está segurando, está ficando impune essas coisas".

"Esperamos que tenha uma resolução. Foi de forma inesperada e irresponsável. Aguardamos a justiça. Se não da terra, a justiça divina não falha”, lamenta Maciel.

O ciclista Alex Mota da Silva era amigo de infância das vítimas. Ele fazia parte do grupo que estava pedalando no local do acidente. Ele lamentou a morte dos amigos. “Nosso sentimento maior, do ciclista em si, é a impunidade. [o motorista] Fez o testo do bafômetro, foi comprovado que tinha ingerido bebida alcoólica, ele assumiu na hora".

"A partir do momento que você bebe e vai dirigir, você assume o risco de causar um acidente. Aí, simplesmente, um juiz vem e solta ele na mesma hora, praticamente. Está esse sentimento de impunidade. Muitos motoristas não respeitam os ciclistas. É triste ter que enterrar dois amigos de infância”, completa Alex.

Anaelton Rodrigues Macedo e Rogério Teles de Siqueira nasceram na mesma data, no dia 26 de fevereiro de 1984. Anaelton morreu logo após o acidente. Segundo a PRF, ele foi arremessado a 53 metros do ponto da batida. Rogério chegou a ser socorrido pelos Bombeiros, mas morreu minutos depois.

Os corpos de Anaelton Rodrigues Macedo e Rogério Teles de Siqueira foram levados juntos para o cemitério, onde foi realizado o sepultamento. As informações são do G1 Petrolina.

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