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O desemprego atingiu 12,4 milhões de brasileiros e ficou estatisticamente estável no trimestre encerrado em outubro deste ano, com taxa de 11,6%, em comparação ao mesmo período de 2018 (11,7%) e ao trimestre de maio a junho de 2019 (11,8%). Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), divulgada nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O rendimento médio do trabalhador foi de R$ 2.317 no período.

A taxa de subutilização da força de trabalho caiu em relação ao trimestre anterior, passando de 24,6% para 23,8%. A condição atinge 27,1 milhões de brasileiros. Este indicador mede a quantidade de brasileiros que poderiam trabalhar mais horas por dia.

Para a analista da pesquisa Adriana Beringuy, a redução da subutilização da força de trabalho está relacionada a "um maior número de pessoas trabalhando mais horas, o que diminui o contingente de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas”, ou seja, aqueles que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam e estavam disponíveis para trabalhar mais.

O contingente teve queda de 332 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. O número de desalentados, ou seja, quem desistiu de procurar emprego, também caiu 4,5% em relação ao trimestre anterior, 217 mil pessoas a menos, chegando a 4,6 milhões.

O número de trabalhadores por conta própria bateu recorde na série histórica e chegou a 24,4 milhões de brasileiros.

Em ambas comparações houve aumento da população ocupada, que chegou a 94,1 milhões. O crescimento foi de 0,5% (mais 470 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 1,6% (mais 1,4 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018. As informações são do R7.

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