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A delegada comandava as investigações desde novembro de 2017. — Foto: Taisa Alencar / G1

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que quem passa a assumir o caso são os delegados Isabella Cabral Fonseca Pessoa e João Leonardo Freire Cavalcanti. A nota enfatizou que a polícia está empenhada na elucidação do crime.

Após o anúncio da saída da delegada, os pais de Beatriz Angélica Mota, Lucinha Mota e Sandro Romilton, também emitiram uma nota. Eles repudiaram a atuação da Polícia Civil e os rumos da investigação.

Confira a nota completa da Polícia Civil de Pernambuco

"A Polícia Civil de Pernambuco esclarece que continua em tramitação o Inquérito Policial que apura o homicídio de que foi vítima a criança BEATRIZ ANGÉLICA MOTA, havendo total empenho na elucidação do crime, inclusive com composição de uma Força Tarefa integrada por quatro delegados designados para o caso, por determinação da Chefia de Polícia através da Portaria no 235/2019. Importante destacar que todas as autoridades policiais designadas para a Força Tarefa o foram por possuírem notável experiência no âmbito de investigações de crimes violentos contra a vida.

A Delegada Francisca Polyanna Neri, conforme a mencionada portaria, integrou a referida Força Tarefa desde sua implementação, na qualidade de presidente do Inquérito Policial, atuando no caso com os outros três delegados.

Ocorreu que, em fevereiro de 2020, a citada delegada, por sua própria iniciativa e de forma espontânea, requereu seu afastamento do caso, sendo, portanto, necessário a revogação daquela portaria e a consequente designação de outra autoridade policial para substituí-la. Diante disso, a Chefia de Polícia acatou o requerimento, e assim sobreveio a Portaria n. 051/2020, que mantém a conjunta de Força Tarefa composta por quatro delegados, agora designando os delegados Isabella Cabral Fonseca Pessoa e João Leonardo Freire Cavalcanti para prosseguir na presidência do Inquérito Policial.

Com relação à investigação propriamente dita, o trâmite segue sob o manto do segredo de justiça que não autoriza quaisquer divulgações.

Apesar dos desafios, a PCPE tem plena confiança que o caso será elucidado, trazendo justiça para os familiares e a sociedade."


Confira a nota completa dos pais de Beatriz

"Vimos através dessa nota apresentar nosso sentimento de indignação e grande insatisfação com a atuação da Polícia Civil de Pernambuco e com os rumos da Investigação do Caso da nossa filha Beatriz.

Quando observamos a falta de recursos e de pessoal capacitado para desenvolver algumas perícias, bem como a falta de idoneidade de alguns agentes que comprometeram as investigações, pedimos ajuda diretamente (pessoalmente) ao Governador Paulo Câmara para dar suporte à delegada Poliana Nery, que vinha realizando até então um bom trabalho, como também celeridade na denúncia contra o perito Diego Leonel, que recebeu dinheiro do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora através de (trabalho particular).

O Governador se comprometeu conosco, mas não cumpriu com nossos combinados em reunião.

É preocupante a saída da delegada Poliana Nery, pois a mesma tem uma linha de investigação muito forte e que acreditamos que leva a conclusão do caso. OU SERÁ PORQUE ELA INDICIOU MAIS DOIS FUNCIONÁRIOS DO COLÉGIO AUXILIADORA?

Não pedimos ao Governador a entrada de novos delegados. Não temos confiança na entrada de novos delegados. Não vemos isso com bons olhos.

Diante de tudo isso que vem acontecendo só fortalece ainda mais a necessidade da FEDERALIZAÇÃO das investigações.

Estamos aguardando a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Federal realizar a audiência pública e dar continuidade ao processo."
  As informações são do G1 Petrolina.

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