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Presidente Jair Bolsonaro cumprimentou apoiadores em manifestação em Brasília,  Foto: Reprodução/TV Globo

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou neste domingo (15) a participação do presidente Jair Bolsonaro em uma manifestação a favor do governo e com críticas aos poderes Legislativo e Judiciário.

Segundo Maia, o presidente “desautoriza o ministro da Saúde”, Luiz Henrique Mandetta, ao romper o monitoramento recomendado e apertar a mão de apoiadores em frente ao Palácio do Planalto.

“O que nos preocupa, o que nos deixa em perplexidade é o presidente participando desses atos. Num momento onde se pediu, na sexta-feira, que não houvesse aglomerações, o próprio presidente desautoriza o seu ministro da Saúde”
, declarou à TV Globo.

“Nós temos o risco de estar vivendo a maior crise, né, que o Brasil viveu nos últimos cem anos. Com impacto na vida dos brasileiros, na saúde dos brasileiros, no emprego, na renda, aumento da pobreza. E nós temos um presidente que estimula manifestações contra outras instituições.”

Maia disse esperar que “o presidente assuma a Presidência da República” e trabalhe “de forma harmônica” com os outros poderes.

“Não é um momento simples, não é um momento fácil, o que nós esperamos é que o presidente assuma a Presidência da República [...] O que nós precisamos é que ele, que foi eleito de forma legítima, cumpra o seu papel de presidente do Poder Executivo e trabalhe de forma harmônica com o Poder Legislativo e o Poder Judiciário”, afirmou.

Crise do coronavírus

Na entrevista exclusiva à TV Globo, Rodrigo Maia também manifestou críticas ao comando de Jair Bolsonaro frente à crise do novo coronavírus. Para o deputado, seria preciso que o Palácio do Planalto comandasse “o processo” e “as respostas” a essa crise.

“O mais grave é que não se cria uma estrutura no Palácio do Planalto para comandar o processo dessa crise, para comandar as respostas a essa crise. É isso que a população espera do seu presidente, que na sexta disse, junto do ministro da Saúde, que não poderia existir aglomerações. E vai a uma aglomeração estimular, estimula aglomeração, desfazendo aquilo que foi dito pelo ministro da Saúde”.

"O que a gente espera, a partir de amanhã, é que o governo assuma o seu papel, o Palácio do Planalto. Não há poder derivado, o poder é do presidente. Nenhum ministro pode cumprir o papel que o presidente da República precisa cumprir nessa crise", afirmou Maia.

Manifestação

O presidente Jair Bolsonaro descumpriu, neste domingo, a recomendação de monitoramento dada por médicos do governo em razão do novo coronavírus. Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada no início da tarde e participou de uma manifestação a favor do governo.

Em um primeiro momento, o presidente percorreu o lado oposto da Esplanada dos Ministérios, de carro, e recebeu acenos dos manifestantes. Em seguida, fez o caminho de volta e entrou no Palácio do Planalto.

Minutos depois, foi até a grade e apertou a mão de apoiadores. O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, apareceu ao lado de Bolsonaro nas imagens.

Questionada, a assessoria da Anvisa informou que Torres "recebeu um convite do presidente para uma conversa informal, aceitou e foi". A agência não quis comentar o risco associado a esse tipo de aglomeração. As informações são de Claudia Bomtempo e Mateus Rodrigues, TV Globo e G1 — Brasília.

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