A pressão sobre o magistrado cresceu após a revelação de que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório com citações a Toffoli em conversas obtidas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Master.
Em nota, o ministro do STF admitiu que é sócio da Maridt Participações. A empresa vendeu sua participação no resort Tayayá a um fundo de investimentos ligado a Vorcaro. Ao se posicionar, o magistrado afirmou que a Lei Orgânica da Magistratura não veta a participação em quadros societários.
Na avaliação dos auxiliares diretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Toffoli errou ao demorar a assumir sua participação na Maridt apesar de a empresa estar no noticiário há semanas e, com isso, não haveria como se manter à frente da relatoria.
O magistrado, porém, tem resistido e reagiu ao relatório entregue pela PF ao STF. Nesta quinta-feira, ele determinou a entrega de todo o conteúdo dos celulares apreendidos na operação.


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