A decisão desta terça-feira (14) se deu no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, que determinou o fim do "orçamento secreto" e impôs regras de transparência e rastreabilidade para a execução de emendas parlamentares. Hoje, o ministro cobra o seguimento dos parâmetros estabelecidos.
No despacho, Dino chama a "terceirização" de emendas para agentes privados ou ex-políticos de “práticas obviamente ilegais”, em clara referência às recentes investigações da Polícia Federal sobre as atuações de Cunha e Valdemar.
“No atual momento jurídico, somente Deputados Federais e Senadores podem se dirigir aos funcionários das Casas Parlamentares e, pelas vias formais, indicar emendas ao Orçamento. As condutas díspares já identificadas ou em identificação estão sendo tratadas em autos específicos”, declarou.


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