Moura Ribeiro é o primeiro magistrado a ser incluído no caso. Até então, apenas assessores estavam envolvidos na investigação.
“Reputo razoável e proporcional, dessa maneira, a fim de atestar ou refutar a aferição delitiva, o acolhimento do conjunto de novas medidas solicitadas pela Polícia Federal e endossadas pela Procuradoria-Geral da República, consignadas, em suma, no exame de dados bancários, no levantamento de dados qualificativos de servidores do gabinete correspondente e de parentes e pessoas próximas ao Ministro”, escreveu Zanin na decisão.
A autorização foi assinada pelo ministro do STF em maio. Na ocasião, ele deu um prazo de 60 dias para a conclusão das medidas, que expira na próxima semana.
Em nota, o ministro Moura Ribeiro disse que “desconhece a existência de investigação".


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