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(Foto: Reprodução/G1 PE)

Manifestantes interditam nesta sexta-feira (6) trechos da BR-101 em Goiana, no Grande Recife, e em Escada, na Mata Sul de Pernambuco, além da BR-428, no Sertão do estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há cerca de 50 pessoas no entorno da BR-101, em Escada, e 100 em Goiana. Os organizadores não informaram número de pessoas que participam do ato.

Segundo o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) em Pernambuco, a entidade realiza bloqueios de rodovias como ato em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra a decisão do juiz Sérgio Moro, que determinou que o ex-presidente se apresente até as 17h desta sexta-feira (6) à Polícia Federal, em Curitiba, para começar a cumprir pena.

Ao G1, o porta-voz do MST-PE, Jaime Amorim, informou que estava organizando um balanço dos locais das manifestações no estado e quantas pessoas participavam dos atos, mas não atendeu mais as ligações.

Segundo a PRF, os bloqueios ocorrem nos seguinte pontos:

Os dois sentidos da BR-101, no quilômetro 125, em Escada, desde as 7h20
BR-101, no quilômetro 8, em Goiana, desde as 8h40
BR-232, quilômetro 34, no distrito de Bonança, em Moreno, desde as 9h
BR-428, em Santa Maria da Boa Vista, desde as 6h50

Segundo a PRF, cerca de 50 pessoas participavam do bloqueio em Escada, mas não havia identificação de liderança. Em Goiana, a corporação informou que eram cerca de 100 pessoas, e em Santa Maria da Boa Vista, 50 pessoas, sendo ambos os atos liderados pelo MST.

Ainda não há informação sobre quantos manifestantes participam do ato em Bonança.

Ordem de prisão

O juiz Sérgio Moro expediu a ordem de prisão após o TRF-4 ter encaminhado ao juiz um ofício autorizando o início da execução da pena da condenação de Lula no caso do triplex em Guarujá (SP).

A defesa do petista, contudo, ainda pode apresentar um último recurso ao TRF-4, que não tem, porém, o poder de reverter a condenação. O prazo de 12 dias para a apresentação desse recurso começou a contar no último dia 28 e termina em 10 de abril. No despacho da ordem de prisão, Moro afirma que tais recursos são "patologia protelatória". As informações são do G1 PE.


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