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Foto: Reprodução/ TV Grande Rio

As companhias que engarrafam gás de cozinha passaram a repassar a partir do dia 12 de setembro o reajuste anual. O aumento é para cobrir os custos com a variação de energia elétrica, praças de pedágio, combustíveis e mão de obra. Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, os botijões estão chegando R$2 mais caro aos consumidores, custando em média R$62.

Uma marmita ria de Petrolina fornece cerca de 500 quentinhas por dia. O consumo de gás de cozinha por aqui é alto, entre 20 e 25 botijões por mês. Com o gás mais caro, o gerente Joaci Borges, já prevê redução na margem de lucro da empresa. "Eu preferi perder o nosso lucro pouco, do que repassar para os nosso clientes, porque nós trabalhamos muito com clientes fixos e empresas, não é justo".

Os revendedores da região dizem que esse aumento no preço de gás de cozinha é feito anualmente, sempre no mês de setembro. "Esse aumento, que tem todo ano, é pelo custo operacional, energia, tinta, salário de funcionários, combustível para carro pequeno e caminhão. É a manutenção", explica o dono de uma revendedora de gás, Marcelo Raimundo Santos.

O preço do botijão subiu na terça-feira (17) na revendedora do Marcelo, porque foi quando o estoque dele foi reabastecido. Ele diz que a clientela já está reclamando do aumento. A microempresária Leuzibete Eulina Miranda foi uma das consumidores pegas de surpresa. "É muito difícil porque cada vez mais a gente fica com menos custo, a gente faz um valor e quando a gente vê já não era aquele valor". As informações são do G1 Petrolina.

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