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Foto: Reprodução


A equipe de saúde do Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina discutiu, neste mês de outubro – durante a reunião médico-científica com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e mais 10 centros de referência em educação e saúde no país – o tema “Vacinação na Gravidez”. O assunto foi apresentado, através de um estudo de caso, feito por alunos da disciplina de Obstetrícia Patológica da Unifesp.

“No encontro, realizado por meio de videoconferência, pudemos discutir de forma geral a importância da vacinação na gestação; a situação atual do sarampo e as estratégias para conter o surto; assim como os aspectos gerais da imunologia das vacinas”, esclarece o coordenador do Alto Risco do HDM, Marcelo Marques.

De forma resumida, ficou claro que seguir o esquema vacinal preconizado pelo Ministério da Saúde durante a gestação é de extrema relevância. “A principal mensagem deixada é a de que o programa de imunização tem que ser acompanhado à risca. A resistência da população com relação às vacinas tem trazido de volta doenças já erradicadas e isso é um risco à saúde pública”, acredita o especialista.

“A vacina é uma excelente estratégia de prevenção e a imunização deve ser utilizada sem medo”, complementa. Para isso, o médico ressalta a importância da orientação desde a primeira consulta pré-natal. “As três doses da vacina do tétano devem ser administradas entre 27 e 36 semanas. A da hepatite também é administrada em 3 doses e a da influenza em qualquer momento da gravidez”, orienta.

O esquema da vacinação depende do histórico de cada mulher e deve ser avaliado pelo profissional de saúde responsável pelo acompanhamento da gestação. Existem as vacinas recomendadas (dTpa, Hepatite B e Influenza), as recomendadas em situações especiais (Hepatite A, Meningocócicas, Pneumocócicas e Febre Amarela) e as contraindicadas (Tríplice Viral e HPV). “Todas as dúvidas devem ser tiradas pela gestante durante o pré-natal”, finaliza Marcelo.

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