O médico legista George Sanguinetti divulgou, por meio de uma rede social, que foi convidado pelo advogado do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, onde a menina Beatriz foi morta à facadas,para auxiliar nas investigações do crime contra a criança. A unidade de ensino fica em Petrolina, em Pernambuco, cidade vizinha a Juazeiro, na Bahia.
(Imagem: reprodução)
Nesta segunda-feira (18), os pais da criança informaram que ainda não estão sabendo do convite, e que preferem não comentar o assunto. O crime ocorreu durante uma cerimônia de formatura. A morte de Beatriz completou sete meses no dia 10 de julho e, até o momento, nenhum suspeito foi preso.
George Sanguinetti é conhecido nacionalmente por ter participado das investigações de casos como o do empresário Paulo César Farias e da morte de Isabela Nardoni.
A escola confirmou que fez o convite a Sanguinetti e disse que quer que o caso seja resolvido o mais rápido possível.
No perfil da rede social, o médico legista falou sobre o caso e criticou acusações precipitadas, já que o crime ainda não teve respostas. Ele espera liberação da Justiça para que possa ter acesso aos autos e perícias. Sanguinetti afirmou ainda que pretende ir à Petrolina assim que for autorizado.
Na postagem, Sanguinetti ainda afirmou que que não sairá da cidade sem respostas para a morte da menina.
Investigações
Durante uma entrevista coletiva, realizada em junho o delegado Marceone Ferreira voltou a dizer que o Caso Beatriz é prioridade no estado de Pernambuco. Mais de 100 pessoas foram ouvidas e o inquérito já acumula mais de oito volumes.
Durante uma entrevista coletiva, realizada em junho o delegado Marceone Ferreira voltou a dizer que o Caso Beatriz é prioridade no estado de Pernambuco. Mais de 100 pessoas foram ouvidas e o inquérito já acumula mais de oito volumes.
Em abril, o perito chefe do Grupo Especializado em Perícias de Homicídios do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP), Gilmário Lima garantiu que Beatriz não foi morta na sala onde foi encontrada. O corpo da vítima foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo que estava desativada depois de um incêndio provocado por ex-alunos do colégio.
Segundo informações da polícia, o colégio possui uma área de 20 mil metros quadrados, mas o crime deve ter ocorrido próximo à quadra, em uma área de 2.350 metros quadrados. Na região trabalhada como zonas prováveis para execução da criança, não há monitoramento por câmeras de segurança e o acesso poderia ter sido feito pelos portões que tiveram as três chaves desaparecidas 10 dias antes do crime.
Suspeitos
A polícia trabalha com a possibilidade de que mais de uma pessoa tenha participado do crime contra a criança.
A polícia trabalha com a possibilidade de que mais de uma pessoa tenha participado do crime contra a criança.
Até o momento, as investigações apontam que pelo menos cinco suspeitos tenham envolvimento na morte de Beatriz. Sendo quatro homens e uma mulher. Um dos homens aparece nas imagens da cobertura oficial do evento, visivelmente nervoso, perto do horário do crime. Outro negou ter estado dentro da quadra, mas imagens da festa mostram o contrário.
O terceiro suspeito pediu para não trabalhar dentro da quadra no dia da formatura e disse à polícia que não esteve em momento algum no local, mas testemunhas o viram na festa. O quinto suspeito, um vigilante, foi visto entrando em uma sala vazia, onde ficou cerca de 1h40, quando deveria estar em outro setor.
Em março, o colégio noticiou que todos os funcionários declarados como suspeitos pela polícia foram demitidos da escola.
Vídeo
Um novo vídeo do dia da festa, enviado por um dos participantes da solenidade e que não quis se identificar, ajudou a polícia a sanar algumas dúvidas. De acordo com o delegado, o vídeo mostra a hora exata em que Beatriz desce para o bebedouro, local onde foi abordada. Segundo informações da polícia, o material tem cerca de 12 minutos. Antes, a polícia só tinha imagens que mostram o momento em que a garota saiu do lado da mãe. O material não foi fornecido a imprensa.
Um novo vídeo do dia da festa, enviado por um dos participantes da solenidade e que não quis se identificar, ajudou a polícia a sanar algumas dúvidas. De acordo com o delegado, o vídeo mostra a hora exata em que Beatriz desce para o bebedouro, local onde foi abordada. Segundo informações da polícia, o material tem cerca de 12 minutos. Antes, a polícia só tinha imagens que mostram o momento em que a garota saiu do lado da mãe. O material não foi fornecido a imprensa.
Crime
Beatriz saiu de perto da mãe, Lúcia Mota, por volta das 22h08, quando pediu para ir até o bebedouro, localizado na parte inferior da arquibancada e não retornou mais. O corpo da menina foi encontrado por volta das 22h50, em uma sala de material esportivo que estava desativada, devido a um incêndio que ocorreu em outubro de 2015. informações do G1 BA / TV São Francisco.
Beatriz saiu de perto da mãe, Lúcia Mota, por volta das 22h08, quando pediu para ir até o bebedouro, localizado na parte inferior da arquibancada e não retornou mais. O corpo da menina foi encontrado por volta das 22h50, em uma sala de material esportivo que estava desativada, devido a um incêndio que ocorreu em outubro de 2015. informações do G1 BA / TV São Francisco.
Caso: Beatriz Clique Aqui
Vídeo mostra imagens de Beatriz antes de ser assassinada em PetrolinaVEJA O VÍDEO
0 Comentários
Os comentários não representam a opinião deste site; a responsabilidade é do autor da mensagem.