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Corinthians, de Vitinho, não conseguiu o bi na Copa do Brasil Sub-17 (Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians)


Vitinho, desde os 5 anos de idade no Corinthians, é um daqueles casos de garoto que cresce dentro do clube e convive desde sempre com a expectativa de estourar.

Pronto para sua segunda Copa São Paulo, o meia-atacante da geração 2000 chega à maioridade no próximo dia 4, exatamente na data em que o Timão, atual campeão, estreia na competição, contra o Corumbaense, do Mato Grosso do Sul.

Por conta de lesões, o 2017 de Vitinho foi um pouco prejudicado – mas mesmo assim vitorioso. Quase cortado da seleção sub-17 por um problema muscular, foi mantido pelo técnico Carlos Amadeu, recuperou-se e ajudou a equipe na conquista do Sul-Americano, no Chile.

Meses depois, participou do terceiro lugar no Mundial realizado na Índia, competição que ficou marcada por uma concussão cerebral leve sofrida pelo jogador após pancada na nuca durante a vitória por 2 a 0 diante de Niger. Ele seguiu em campo e depois acabou substituído.

– Lembro até o momento do cabeceio, depois não lembro mais do que fiz no jogo. No hospital que fui ver o vídeo. Perdi a memória do que aconteceu, mas não ficou lesão. Os jogadores me zoaram no dia seguinte, perguntavam em que país eu estava, o que fazia ali (risos) – recorda-se ele, companheiro de seleção de Vinícius Júnior, badalado jogador do Flamengo já negociado com o Real Madrid, da Espanha.

No Corinthians, o ano começou com a conquista da Copinha, com Vitinho entrando em seis dos nove jogos. Depois, quando não tinha competições pela Seleção, alternou jogos entre sub-17 e sub-20 no Parque São Jorge – treinando no time de cima e às vezes descendo para jogar com os da sua idade. Foram 11 jogos no sub-20 (com um gol) e oito no sub-17 (com três gols).

Reforço da equipe para as finais da Copa do Brasil Sub-17, contra o Palmeiras, pisou pela primeira vez na Arena Corinthians no primeiro jogo, quando o time perdeu por 1 a 0 diante de 12 mil presentes. Na volta, no Pacaembu, o Timão devolveu o placar, mas perdeu a decisão nos pênaltis.

– Foi especial jogar na nossa casa pela primeira vez e com a presença da Fiel. No segundo jogo, não conseguimos o bi, mas fiquei feliz pelo que fizemos no torneio. Chegamos desacreditados e fizemos grandes jogos. O Palmeiras é um time de muito talento, com jogadores como Tomás, Alanzinho e Vitão. As informações são do Marcelo Braga / Globoesporte / São Paulo.

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