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Obra do IML em Petrolina é embargada pelo Ministério do Trabalho (Foto: Isa Mendes/ TV Grande Rio )


A obra do Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina foi embargada na tarde de segunda-feira (19). Segundo o Ministério do Trabalho, a empresa contratada, através de licitação, para realizar a obra estaria descumprindo leis trabalhistas.

De acordo com o chefe do setor de fiscalização do Ministério do Trabalho, Luiz Henrique Ribeiro Roma, 12 empregados estavam sem registros em carteira assinada, a empresa não fazia o fornecimento de Equipamentos de Segurança. Além disso, os trabalhadores não usavam uniforme e trabalhavam em altura sem utilizar segurança contra queda e cinto de segurança. Também havia equipamentos na obra sem aterramento elétrico e a área de vivência dos trabalhadores estava irregular.

"Surgiram situações de grave risco de surgimento de acidentes de trabalho com possibilidade de grave lesão da integridade física dos trabalhadores. Por conta dessas situações, foi determinado o embargo da obra, período no qual a empresa deve sanar as irregularidades para poder voltar a executar a obra", esclareceu Ribeiro.


Obra do novo IML de Petrolina (Foto: Isa Mendes/ TV Grande Rio )

Segundo o presidente do sindicato da Construção Civil de Petrolina, Pedro Portugal, foram encontradas diversas irregularidades, motivando a realização de uma denúncia por parte dos trabalhadores da obra na segunda-feira (19) junto ao Ministério do Trabalho. "Fomos na obra na última quinta-feira (15) e encontramos os homens parados com salário atrasados, alguns trabalhavam sem registro de carteira, sem uso de equipamentos de segurança e sem fardamentos", explicou.

A obra começou em junho do ano passado. O prédio que deveria ter sido entregue em dezembro do ano passado e teve alterações no projeto original. A data de entrega foi adiada para o primeiro trimestre deste ano.

O Ministério do Trabalho informou ainda que os funcionários da obra, devem receber os salários como se estivessem em dias normais de serviço, já que a obra é de responsabilidade da empresa que está fazendo a obra, e os funcionários não devem ser penalizados. As informações são do G1 Petrolina.

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