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Camila Carvalho Felisberto quer entrar no curso de Medicina.  (Foto: Reprodução/ TV Grande Rio)


Estudar sozinho é um desafio para muita gente, mas tem se tornado cada vez mais normal, principalmente, por quem prefere ter um horário próprio de estudos ou que não tem condições de assistir aulas em cursinhos presenciais.

Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, Camila Carvalho Felisberto, passa até seis horas por dia grudada nos livros e nas videoaulas para entrar no curso de Medicina. Há quatro meses, ela teve que passar a dividir o tempo dos estudos com o do trabalho. “Eu achei que o meu desenvolvimento no estudo, no próprio estudo, meu foco seria maior estudando em casa. Eu poderia fazer meus horários e eu tenho uma rotina bem atribulada e eu precisava aproveitar cada espaço de tempo que eu tinha para estudar e geralmente os cursinhos não se adaptam a esse processo”.

E como tempo livre é uma palavra que quase não existe para a estudante, sobrou até para o marido. “A gente morava em outra cidade e os meus pais sempre moraram aqui em Petrolina e eu resolvi deixá-lo, já casada, morar novamente com meus pais justamente para estudar, porque lá a gente tinha muitas opções de saídas, de festas e eu queria deixar isso de lado. Porque alguma coisa tem que ser abdicada para você poder ter mais tempo”.

Além de foco e determinação, quem estuda sozinho também precisa do apoio da família explica a psicóloga Alana Souza. “Dentro dessa rotina de estudos é importante que esse estudante tenha um diálogo com a família, que essa família acolha esse estudante, porque tem muitos adolescentes que sabem o que querem cursar, mas tem outros que não fazem a menor ideia. Então é importante ter esse dialogo com a família, que a família faça esse acolhimento desse estudante, que é um apoio para ele”

De acordo com a psicóloga, apenas comprometimento e foco não são suficientes para quem quer se manter firme em um cronograma de estudos. “Preparar o ambiente é de extrema importância, porque esse ambiente precisa ser tranquilo, quando possível, bem iluminado, livre de distraidores. O estudante tem que ter noção do que vai distrair ele”.

Alana ainda faz um alerta que nem sempre muitas horas seguidas de estudo podem fazer bem ao estudante. “Muitas horas de estudo seguida vai ser cansativo e ao final do dia ele pode não ter aprendido aquele conteúdo, ou não ter estudado da forma correta para conseguir aprender aquele conteúdo. É importante que o estudante faça pausas durante o estudo, 30 minutos, 20 minutos, saia vai ouvir uma música, vá comer alguma coisa, tirar um tempo para o lazer dentro dessa rotina de estudo”. As informações são do G1 Petrolina.

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