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Foto: Lucimário Sousa/ TV Grande Rio


Doces e salgados era algo que a Dayany Medrado não podia nem pensar em comer, mas nesse Dia das crianças, essas deliciais estão liberadas pelos médicos. Ela e outras crianças, que fazem tratamento contra o câncer no Hospital Dom Tomás/ Apami, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, estão não fase final do tratamento, e já podem comemorar o presente que é ter, aos poucos, de volta, a saúde e uma vida normal.

Dayany Medrado, de 14 anos, terminou as sessões de quimioterapia após dois anos e meio de tratamento contra uma leucemia linfoide aguda. Depois desse período ‘difícil’, como ela mesmo considera, disse que nesse dia das crianças gostaria de realizar alguns desejos: "Voltar para escola, pegar meus primos no colo e comer tudo que eu comia antes", conta.

Moradora da cidade de Santa Maria da Boa Vista, Dayany tinha que vir semanalmente a Petrolina para o tratamento no Hospital Dom Tomas/ Apami. "Eu já terminei as sessões e agora só tem as consultas, e, a saúde já voltou graças a Deus", celebra a garota.

A mãe de Dayany, Célia Medrado, comemora a recuperação da filha. "Para Dayany é uma alegria só, porque ela ainda se considera criança, quer receber uma boneca de presente. Estamos muito felizes, está no final do tratamento, foi uma luta grande, mas chegou ao final" diz emocionada.

Risonho, o Vitor Ian Santos Fernandes, de oito anos, também é só alegria neste dia das crianças. Foram seis longos anos de tratamento contra um tumor de testículo e abdômen, até que chegar a essa fase, entrando na manutenção. Para ele duas coisas já o fariam felizes nesse dia: "Eu quero ganhar um carro com controle e correr".

A mãe Daiane Santos Texeira fala que nessa reta final do tratamento, o sentimento é de felicidade. “Ele já está no final, vai entrar em manutenção. Ele é uma felicidade imensa, não tem nem explicação. Ele não me pediu um presente, a felicidade pra ele é em coisas simples, ele não é de pedir, gosta muito de participar das festinhas”, comenta.

Mariane Soares, de quatro anos, pediu apenas uma boneca "quero ganhar uma babylife”, mas pode ganhar um presente ainda maior esse ano, já que segundo a irmã Marcelle Soares, a pequena aguarda os resultados da última ressonância.

"Com um ano, ela parou de andar e mainha achou estranho, porque ela sentia muita dor na perna. Ela foi no hospital e fez uma biópsia. Ela tem mastocitose. Começou o tratamento em Petrolina, Foi para Recife botar o catéter, voltou para cá para seguir com o tratamento e voltou a Recife para tirar.E agora estamos esperando o resultado da última ressonância, que deve sair no final desse mês.


Fotos: Lucimário Souza/ TV Grande Rio


Cheia de esperança, Marcelle deseja para irmã nesse dia das crianças: ‘Tudo de bom, ela merece, ela foi muito guerreira a bichinha, tão pequenininha e passar por isso", conta.

Hospital Dom Tomás/ Apami

Atualmente 53 crianças estão em tratamento contra o câncer no Hospital Dom Tomás/ Apami. O Grupo de Trabalho de Imunização do hospital formado por psicólogos, assistente social, nutricionista, além de voluntários, oganizaram uma festa para o Dia das Crianças com mesa de doces, palhaços e muita alegria.

"A gente vê nesse dia um momento para que as crianças que estão em tratamento possam ter um dia diferente com alegria . É um tratamento muito doloroso, que deixa eles bem debilitados. Esse momento dá uma alívio. A autoestima deles se eleva", conta a Assistente Social Mirceya Novaes

O psicológo e coordenador de humanização, Thiago Santos, disse que a ideia da atividade é focar na alegria. “Trazemos palhaço, comida e brinquedo. Trazemos um pouco mais de felicidade para as crianças e essa é a importância para dar continuidade ao tratamento. A adesão ao tratamento que é difícil, uma criança receber essa quantidade de medicação. A gente precisa fazer que o ambiente seja o mais agradável possivel para que elas continuem o tratamento”, ressalta.

O Projeto extensão ‘Quem canta seus males espanta’ do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE) levou música para as crianças do Dom Tomás. "A nossa intenção é que os alunos da licenciatura saiam dos muros da escola e a gente tenha uma troca, porque a gente está praticando o que vê no curso e está recebendo das crianças", explica a professora e coordenadora do projeto, Dayany Vieira Braga Texeira. As informações são da Juliane Peixinho / G1 Petrolina.

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