Slider[Style1]

Style10

Style3[OneLeft]

Style3[OneRight]

Style4

Style2

Style6

Style5[ImagesOnly]

Jade Barbosa voltou a disputar uma final no Mundial de Doha — Foto: RICARDO BUFOLIN / CBG


Há muito tempo Jade Barbosa não se sentia tão leve. Depois de oito anos, voltou a uma final de Mundial e fechou na 15ª posição do individual geral. Duas vezes medalhista de bronze em Mundiais, a ginasta de 27 anos ressurgiu em Doha, mostrou que recuperou a boa forma física e saiu cheia de confiança rumo a Tóquio 2020.

- Esse Mundial serviu para eu voltar para o meio da ginástica. Eu me sinto renovada. Parece que eu destravei uma fase do jogo (risos). Agora eu tenho certeza de que eu estou de novo entre os nomes da ginástica. Ainda não fiz meu 100%, até porque ainda faltam dois anos para a Olimpíada. Ainda tem como melhorar muito. Há muitos anos não me sinto tão saudável e preparada - disse a ginasta.

Há anos Jade vinha lutando contra seguidas lesões, a última foi fraturas por estresse nas canelas na preparação para a Rio 2016. Depois da Olimpíada, Jade quase não competiu em 2017, cuidou do corpo e hoje pode dizer que não sofre mais com as dores. A ginasta comemora a boa forma física que a faz traçar planos para voltar também a ser uma candidata a medalha. Bronze no salto do Mundial de 2010, Jade pretende apostar novamente no aparelho.

- Para mim não tem preço fazer o salto como estou fazendo. Tem muitos anos que não me sinto assim tão saudável. Agora tenho certeza de que posso treinar dois saltos. Na minha cabeça ficava: “Caramba, não sai mais como saia quando eu era jovem.” Desta vez saiu. Fui consistente no salto, com notas boas. Agora me sinto preparada para fazer o segundo salto. Eu já havia treinado durante o ano, mas não tinha certeza. Agora vou trabalhar para 2020 ter os dois saltos.

Para ir à final do salto é preciso apresentar dois voos diferentes. Em Doha, Jade ainda não estava preparada para realizar um segundo salto, apresentou apenas seu Duplo Twist Yurchenko para a nota de equipes e do individual geral. Na classificatória, conseguiu 14,500, melhorou para 14,600 na final por equipes e votou a ter 14,500 na final do individual geral. Três voos praticamente cravados.


Foto: RICARDO BUFOLIN / CBG


Apesar dos bons resultados, Jade sofreu pelo menos uma queda em cada dia de competição. São falhas que pretende corrigir com a ajuda de Valeri Liukin, lenda da ginástica que há três meses atua como conselheiro da equipe brasileira vinculado ao Comitê Olímpico do Brasil pelo menos até o fim deste ano.

- Quem está todo dia no ginásio sabe que a gente está trabalhando de uma maneira muito correta. Foram três meses trabalhando com o Liukin. Não foram períodos integrais, mas foi um trabalho maravilhoso. O Brasil tem muita nota de partida para aumentar, e nossa execução está melhorando. A gente está como referência de coreografia. Todas as nossas coreografias animam o público. Vejo muita melhora para a gente. Tenho certeza de que a equipe vai vir arrebentando para Stuttgart.

O Mundial de Stuttgart, no ano que vem, vai distribuir nove vagas olímpicas por equipes - Estados Unidos, Rússia e China já se classificaram em Doha. Jade Barbosa espera manter a boa forma para ajudar a equipe brasileira a conquistar um posto em Tóquio 2020 e quem sabe voando no salto. As informações são de Anselmo Caparica, Erica Hideshima e Marcos Guerra / Globoesporte, Doha, Catar.

Sobre Petrolina News

«
Próximo
Postagem mais recente
»
Anterior
Postagem mais antiga

Nenhum comentário:

Poste um Comentário