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Em assembleia no Recife, funcionários dos Correios decidiram encerrar a greve em Pernambuco — Foto: Danielle Fonseca/TV Globo


A greve dos Correios em Pernambuco foi encerrada após decisão unânime dos funcionários que participaram da assembleia realizada no Recife nesta terça-feira (17). A paralisação durou sete dias.

Os serviços voltam ao normal a partir das 22h, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos em Pernambuco (Sintect-PE). A greve havia sido decretada por tempo indeterminado no dia 10 de setembro, em consonância com a paralisação nacional da categoria.

Os funcionários decidiram encerrar a greve após os Correios acatarem a proposta do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Maurício Godinho Delgado, que mantém as cláusulas do atual acordo coletivo de trabalho em vigor até o julgamento do dissídio coletivo, marcado para o dia 2 de outubro. Até lá, está mantida, inclusive, a permanência de pais e mães no plano de saúde.

Resposta dos Correios

Por meio de nota, os Correios informaram que aguardam "o encerramento da paralisação parcial em todo Brasil para consolidarem as informações relacionadas aos impactos nas operações da empresa". As federações têm até as 22h desta terça-feira (17), para deliberarem sobre o fim do movimento.

Ainda de acordo com os Correios, "essa foi a condição para que a empresa aceitasse a proposta do Tribunal Superior do Trabalho de manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019 até o dia 2 de outubro".

A nota enviada pela empresa diz, ainda, que "desde o início da paralisação parcial, os Correios colocaram em prática um plano de continuidade de negócios, estabelecendo ações de contingência para amenizar eventuais impactos à população".

Entre as medidas, estão "o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação e a realização de mutirões nos fins de semana". As ações contingenciais, segundo os Correios, continuam a ser adotadas até que as entregas sejam normalizadas.

A greve

Em Pernambuco, a paralisação afetou os centros de distribuição, como o de San Martin, na Zona Oeste do Recife, desde a quarta (11). Funcionários levaram faixas e cartazes com as frases "não à privatização dos Correios" e "Correios privatizado, povo prejudicado".

A privatização da estatal foi incluída, em agosto, no programa de privatizações do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). As informações são do G1 / TV Globo.

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