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Reprodução/ Google Maps

Uma jovem de 19 anos foi estuprada por um motorista de aplicativo na madrugada da última sexta-feira (22), em Sorocaba, interior de São Paulo. A vítima, que não quis revelar sua identidade, contou que o motorista saiu da rota para o destino, estacionou o carro e foi ao banco de trás, onde consumou o ato.

Ela registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher de Sorocaba. A polícia já identificou o suspeito com as informações do motorista, que ficam armazenadas no aplicativo. A delegada que investiga o caso afirmou que ele deve prestar depoimento nos próximos dias.

A mulher é casada e mãe de um bebê de um ano de idade. Ela passará por tratamento psicológico e tomará remédio nos próximos 30 dias para evitar a gravidez e a contração de doenças venéreas. A vítima está muito abalada e espera que o agressor seja preso o quanto antes.

O caso

O crime aconteceu por volta de 1h da madrugada de sexta-feira, dia 22. A ajudante de cozinha tinha encerrado o turno de trabalho em um bar na Avenida Washington Luiz, em Sorocaba, quando chamou o motorista de aplicativo para ir embora para casa.

Durante a corrida o motorista agiu normalmente, de acordo com o depoimento da vítima na delegacia. Porém, no meio do caminho, ele começou a perguntar se ela era casada, se já havia traído o marido e se o faria se tivesse oportunidade.

Ela estranhou, mas continuou a corrida. Em certo momento, percebeu que ele estava seguindo a direção errada. O motorista parou o carro em uma rua escura e deserta, encerrou o trajeto no aplicativo, passou para o banco de trás e travou as portas.

Em seguida, cometeu o abuso sexual. Depois do estupro, o suspeito voltou ao banco da frente, levou a vítima até a casa dela e ainda a fez pagar pela corrida. Além disso, a jovem também relatou aos policiais que o homem pediu o número do celular dela, dizendo que "sabia onde ela morava".

Investigações

Em nota, a Uber disse que lamenta o crime e que está à disposição das investigações. A empresa também afirmou que a conta do motorista foi desativada. A SSP (Secretaria de Segurança Pública) diz que a vítima ainda pode passar por exames periciais no IML (Instituto Médico Legal). As informações são do R7 / Record TV.

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