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(Foto: Reprodução/ TV Grande Rio )

A moradora do José e Maria em Petrolina, Izaide Ferreira, está pagando caro nas contas de água e energia. Outra dona de casa, do bairro São Gonçalo, também está vivendo uma situação parecida. Elas alegam que os valores cobrados nas contas não correspondem ao consumo da família.

Izaide umora com um filho, não tem ar-condicionado. No banheiro, a descarga é dada com a água de um balde. A casa não tem reservatório, e mesmo com tudo desligado, o hidrômetro não para de rodar. As contas de água chegam assustando. Em dezembro de 2019, a conta veio R$427,20. Em novembro, R$699,17 e em outubro, R$541,62 .

"Tô pagando, você está vendo aí um papel de R$460 da Compesa, outro de R$300, já estou com parcelamento de R$1000 da Compesa, paguei um de R$700 e agora já está contando 95 metros cúbicos de água. Aonde eu gastei essa água, que você está vendo aí descarga, tudo amarrado. É um desrespeito da Compesa com o usuário de água. Ele está pagando e está passando por esse constrangimento".

A dona de casa disse que o problema começou há um ano. Inclusive, Izaide já pagou um encanador para ver se existe um vazamento. A lateral da casa está quase toda quebrada. As equipes da Compesa também estiveram na casa e não acharam nada de errado. Lá na Compesa, eles dizem que está certo, que é consumo e o papel voltava, disse.

No São Gonçalo, a aposentada Lenilza Miranda passa por uma situação semelhante desde julho do ano passado. A conta de água desse mês de janeiro veio no valor de R$700. Como presente de ano novo, para mim foi um susto. Dia 31 o cara tirou a leitura e me entregou, R$700.

Em dezembro, a Compesa instalou um hidrômetro novo, sem o conhecimento dos moradores. A partir disso, nas contas não aparece o total de consumo da casa, apenas a informação: Não medido. A gente veio ver que tinha um hidrômetro novo na hora que recebeu o papel . A gente fecha tudo, torneira e o hidrômetro continua contando.

A aposentada Lenilza Miranda diz que os valores cobrados não correspondem ao consumo da casa e não consegue pagar os valores cobrados pela companhia. Ela já acumulou uma dívida de R$ 4.800.

A Compesa confirmou em nota, que substituiu o hidrômetro de Izaide, do José e Maria. E garantiu que vai enviar uma equipe ainda nesta quinta-feira (9) para realizar uma nova vistoria no imóvel para análise da situação e só então tomar as providências necessárias.

Quanto ao problema de Lenilza, a Compesa disse que foi solicitada, recentemente, a revisão de faturas, mas para que a demanda seja avaliada é preciso que a cliente compareça até a loja de atendimento, que fica na avenida Guararapes, no Centro da cidade, para esclarecimentos sobre pendências relacionadas ao imóvel.

Já sobre a fatura de energia da Izaide, a Celpe informou em nota que após análise interna, não identificou inconformidades no registro de consumo, mas que uma equipe será encaminhada ao local para inspeção técnica do medidor, com objetivo de certificar a normalidade do equipamento. As informações são do G1 Petrolina.

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